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nov

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE

   Posted by: claudio


APRESENTAÇÃO

O objetivo desta apostila é introduzir você no variado e lucrativo ramo da Fabricação de Produtos de Limpeza e Higiene (SANEANTES).

Fazemos um esboço dos princípios básicos para você iniciar seu empreendimento, todavia por melhor que seja o curso, por mais simples e prático que seja sua aprendizagem e assimilação, será sua CRIATIVIDADE, MOTIVAÇÃO e DISPOSIÇÃO que farão a grande diferença, para que você consiga alcançar o $uce$$o nesta atividade.

LEMBRE-SE:

Sem dedicação nada se aprende.

Sem disposição não há motivação.

Sem motivação não há esforço.

E sem esforço, nada se realiza na vida.

Fábrica de Produtos de Limpeza e  Higiene

Até bem pouco tempo, o mercado para produtos de limpeza era dominado exclusivamente por grandes empresas, em sua maioria de capital estrangeiro. De uns anos para cá, começaram a surgir em todo o país pequenas empresas dedicadas ao ramo. Hoje elas somam um número expressivo, contam com um segmento de mercado próprio e apresentam uma linha de produtos, composta geralmente por água sanitária, desinfetantes de pinho ou eucalipto e detergentes domésticos.

Embora relativamente simples de produzir, toda atenção é pouca e a menos que você tenha um bom conhecimento de Química, JAMAIS TENTE MODIFICAR OU TROCAR AS QUANTIDADES OU OS COMPONENTES DAS FÓRMULAS, AQUI APRESENTADAS.

Além disso, para dar certo uma empresa de produtos de limpeza e Higiene precisa cuidar muito bem de alguns aspectos. Primeiro da qualidade dos produtos. Depois do preço final, que tem que ser competitivo. E deve ainda contar com uma estratégia de publicidade adequada.

ATENÇÃO: Todas as formulas e informações descritas nesta apostila têm caráter puramente educativo. O uso de qualquer informação aqui descrita e de responsabilidade do usuário. Todas as fórmulas devem ser testadas antes de serem aplicadas.

PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE (SANEANTES)

O QUE SÃO SANEANTES – Substâncias ou Preparações

DESTINADAS A HIGIENIZAÇÃO, DESINFECÇÃO OU DESINFESTAÇÃO DOMICILIAR, EM AMBIENTES COLETIVOS E/OU PUBLICOS, EM LUGARES DE USO COMUM E NO TRATAMENTO DE ÁGUA, COMPREENDENDO:

DETERGENTES E SEUS CONGÊNERES - são as substâncias que apresentam como finalidade à limpeza e conservação de superfícies inanimadas, como por exemplo: Detergentes; Alvejantes; Amaciante de Tecidos; Antiferruginosos; Ceras; Desincrustantes Ácidos e Alcalinos; Limpa Moveis, Plásticos, Pneus, Vidros; Polidores de Sapato, Superfícies Metálicas; Removedores; Sabões; Saponáceos e outros.

ALVEJANTES – qualquer substancia com ação química, oxidante ou redutora, que exerce ação branqueadora.

DESINFETANTES – são formulações que têm na sua composição substâncias microbicidas e apresentam efeito letal para microrganismos não esporulados. São eles: De uso geral, Para Industrias Alimentícias, Para Piscinas, Para Lactários, Hospitalares para superfícies fixas e Hospitalares para artigos semicríticos.

DESODORIZANTES - são formulações que tem na sua composição substâncias microbioestaticas, capazes de controlar os odores desagradáveis advindos do metabolismo microrgânico. Não apresentam efeito letal sobre microrganismos, mas inibem o seu crescimento e multiplicação. São eles: Desodorizante Ambiental, Para aparelhos sanitários e outros.

ESTERILIZANTES - são formulações que tem na sua composição substâncias microbicidas e apresentam efeito letal para microrganismos esporulados e não esporulados.

ALGICIDAS PARA PISCINAS - são substâncias ou produtos destinados a matar algas.

FUNGICIDAS PARA PISCINAS – são substâncias ou produtos destinados a matar todas as formas de fungos.

DESINFETANTE DE ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO – são substâncias ou produtos destinados à desinfecção de água para beber.

ÁGUA SANITÁRIA – soluções aquosas a base de hipoclorito de sódio ou cálcio, com teor de cloro ativo entre 2,0 a 2,5% p/p, durante o prazo de validade (máximo de 6 meses). Produto poderá conter apenas hidróxido de sódio ou cálcio, cloreto de sódio ou cálcio e carbonaté de sódio ou cálcio como estabilizante. Pode ter ação como alvejante e de desinfetante de uso geral.


PRODUTOS BIOLÓGICOS - produtos 3 base de microrganismos viáveis para o tratamento de sistemas sépticos, tubulações sanitárias de águas servidas, e para outros locais, com a finalidade de degradar matéria orgânica e reduzir os odores.

INSETICIDAS – são produtos desinfestantes destinados à aplicação em domicílios e suas áreas comuns, no interior de instalações, edifícios públicos ou coletivos e ambientes afins para controle de insetos e outros animais incômodos e nocivos à saúde.

RATICIDAS – são produtos desinfestantes destinados à aplicação em domicílios a suas áreas comuns, no interior de instalações, edifícios públicos ou coletivos e ambientes afins para controle de roedores.

JARDINAGEM AMADORA – são produtos destinados à aplicação em jardins ou plantas ornamentais, cultivadas sem fins lucrativos, para o controle de pragas e doenças e bem como aqueles destinados à revitalização e ao embelezamento das plantas.

REPELENTES - são produtos com ação repelente para insetos, para aplicação em superfícies inanimadas e para volatilizaço em ambientes com liberação lenta e contínua do (s) ingrediente (s) ativo (s) por aquecimento elétrico ou outra forma de energia ou espontaneamente.

MONTANDO UMA PEQUENA EMPRESA

Se, você esta pensando em montar seu próprio negocio, apresse-se. A virada do século esta inaugurando um ciclo de ouro para os pequenos empreendedores.

Em todo o mundo ha uma verdadeira febre de criação de empresas. Os países se abrem e a economia se globaliza, as grandes companhias terceirizam e ficam cada vez mais enxutas, as novas tecnologias de produção de bens e serviços e as modernas teorias de administração elegem definitivamente as pequenas estruturas como as mais funcionais e eficientes.

E o Brasil segue por essa trilha com um estimulo a mais: desde que os Portugueses pisaram pela primeira vez nesta terra abençoada, não se via uma conjuntura político-econômica tão favorável aos investimentos produtivos, como a atual.


Ao pé da letra, quando uma pessoa delibera por em pratica uma idéia de negócio, já está criando uma empresa mesmo, sem ter formalizado ainda a papelada que da vida jurídica ao empreendimento.

A empresa formal adquire direitos que significam vantagens em termos financeiros e administrativos. No caso das pequenas empresas há benefícios fiscais, de credito e trabalhistas.

  • Poder vender para clientes de grande porte e poder exportar.
  • Poder participar de concorrências publicas.
  • Ter acesso às linhas de credito e a programas de apoio de órgão que incentivam pequenas empresas.
  • Despreocupar-se com a fiscalização.
  • Controlar melhor a empresa, pois a legalização permite medir e comparar desempenhos.
  • Ganhar credibilidade junto a fornecedores e ao mercado de forma geral.
  • Ampliar oportunidades de divulgação das atividades na mídia.
  • Poder criar uma marca própria com logotipo, grife, etc.
  • Comprar diretamente das fabricas por preço melhor.

No entanto o nascimento de uma empresa no Brasil e um processo demorado e doloroso. Apesar das recentes medidas adotadas pelo Governo Federal e por organismos de apoio aos empreendedores, para simplificar o processo de abertura de empresas, ainda e bastante complicada a tramitação burocrática para a legalização de uma firma no país.

São de palavras, licenças, vistorias e registros que o futuro empreendedor tem que
providenciar, o numero ultrapassa a casa dos dez. Por isso recomendamos que
você recorra ao apoio de um CONTADOR para não se perder nos labirintos da
burocracia.

CONTADOR. Oficialmente a função do contador (aquele que possui diploma universitário) ou técnico contábil (aquele que fez um curso técnico de nível médio) e apenas manter atualizada a escrituração dos livros da empresa exigidos pelas legislações fiscal e comercial e cuidar da apuração de impostos. Já alguns bons profissionais vão, além disso, eles são capazes de orientar sobre o local mais adequado para o registro, a formatação jurídica mais vantajosa, os tipos e valores de impostos e taxas a que o empreendimento estará sujeito e, ainda apresentar os caminhos legais para que você pague menos imposto. Para isso ele precisa ter, experiência, atualização constante sobre as leis federais, estaduais e municipais e seus meandros. Exige ainda um escritório bem aparelhado tecnologicamente e ágil na comunicação com o cliente

Algumas Precauções na hora de contratar um Contador

(seu sonho pode se transformar no seu pior pesadelo se a contabilidade de sua empresa ficar aos cuidados de um mal profissional)

Escolha o profissional antes de abrir sua empresa. Ele pode ser um auxiliar
importante na definição do seu negócio.

Verifique se ele esta devidamente registrado no conselho regional de contabilidade.

Dê preferência a profissionais especializados no seu ramo (indústria, comércio, ou serviços) e região de atuação.

Visite seu escritório e confira se o contador dispõe de suporte para atendê-lo bem. Hoje informática e fundamental.

Peça para ele formalizar um contrato especificando os serviços a serem prestados por ele, os respectivos pregos e a eventual extensão de suas responsabilidade como contador.

Fuja daqueles que se recusarem a assumir por escrito seus deveres.

Converse com os clientes dele para saber se estão satisfeitos com o profissional.

Confira o trabalho realizado, mesmo que seja por amostragem.

Exija recibo de tudo que você pagar.

PARA ABRIR AS PORTAS

Os principais passos necessários para a abertura de uma empresa são:

(todos os passos a seguir ficarão a cargo de seu contador, mas é bom conhecê-los).

  • Elaborar um detalhado contrato social.
  • Busca prévia de nomes na Junta Comercial.
  • Cheque se o local escolhido permite instalação de empresas.
  • Tirar a certidão negativa de divida junto a Secretaria da Fazenda Estadual.
  • Providenciar o formulário de enquadramento como microempresa.
  • Preencher a Ficha Cadastre de Pessoa Jurídica para obter o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (C.N.P.J.) que deve suceder o C.G.C.
  • Junte copias do CPF, RG e comprovantes de entrega de declaração de renda de pessoa física, dos últimos cinco anos.
  • Anexar comprovante de residência (conta de luz ou contrato de locação registrado e contrato de locação do imóvel onde funcionara o negócio).
  • Tire a licença de funcionamento da empresa e também o Habite-se junto à prefeitura, Corpo de Bombeiros e vigilância sanitária.

De posse de todos os documentos e vencidos todos os passos anteriores, preencha a Autorização para a Impressão de Documentos Fiscais, para poder fazer os talões de notas fiscais. E por fim, faça inscrição no INSS e no sindicato patronal.

OS PRODUTOS

A seguir você encontrara uma série de informações úteis para a montagem de uma pequena empresa de materiais de limpeza. Os produtos escolhidos são fáceis de produzir, o investimento inicial e pequeno e as matérias-primas, podem ser encontradas com facilidade (ver listagem de fornecedores).

Além das fórmulas, procedimentos de prepare e precauções, fornecemos também um piano de produção, uma lista de equipamentos e materiais permanentes que você poderá utilizar, e também orientação referente a custos mensais, receitas operacionais e legislação.

PRECAUÇOES

A manipulação de produtos químicos precisa ser cercada de todo o cuidado.

Os funcionários devem utilizar aventais longos de plástico, luvas e botas de borracha, óculos e máscaras protetoras. O repetido contato com a maioria dos produtos causa irritação cutânea. A inalação constante produz irritação nos brônquios e pode causar edemas pulmonares. Para evitar esses problemas, as preocupações básicas de segurança devem ser estritamente observadas.

CUIDADOS

Ao lidar com produtos químicos que precisam ir ao fogo, prefira o forno a lenha;

Use sempre avental, luvas e óculos para proteção, em especial se estiver trabalhando com produtos químicos;

Tenha um extintor de incêndio para qualquer emergência; cuide da higiene do local e pessoal;

Mantenha os produtos que for trabalhar, fora do alcance de crianças, animais e curiosos, pois alguns desses materiais podem ser fatais a vida humana;

Separe todos os ingredientes que serão empregados na fabricação do que você escolheu

Escolha as receitas e procure não produzi-las ao mesmo tempo;

Recomenda-se não produzir, em grande escala e ao mesmo tempo, alimentos e produtos de limpeza, etc.

PLANO DE PRODUÇÂO

Se você esta começando no ramo, terá que fazer um bom investimento inicial em equipamentos e materiais permanentes, matérias-primas, materiais secundários, embalagens, sem contar as despesas com administração e folha de pagamento. Por isso recomendamos que você inicie com uma produção pequena para equilibrar melhor os custos.

LEGISLAÇÃO

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO

Esta seção oferece manual de orientação para as empresas da área de saneantes. Nele, estão disponíveis explicações para retirada da autorização de funcionamento, orientação para ampliação ou redução de classes de atividades ou produtos, além da documentação necessária para alteração de endereço, mudança de responsável técnico e retificação ou cancelamento de autorização de funcionamento de empresa.

MANUAL PARA AUTORIZÃO DE FUNCIONAMENTO

Autorização

Ato privativo do órgão competente do Ministério da Saúde, incumbido da vigilância sanitária dos produtos de que trata o Decreto n.° 79.094/77 contendo permissão para que as empresas exerçam as atividades sob regime de vigilância sanitária, instituída pela Lei n.° 6.360/76.

Obtenção da Autorização de Funcionamento

Para o Funcionamento das Empresas que pretendem exercer atividades de produzir, fabricar, transformar, sintetizar, embalar, importar, exportar, armazenar, expedir, distribuir, constantes da Lei n.° 6360/76, Decreto n.° 79.094/77 e Lei n.* 9782/99, Decreto n.° 3029/99, correlacionadas a Produtos Saneantes, é necessário a Autorização do órgão de Vigilância Sanitária competente do Ministério da Saúde – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária/ Diretoria Adjunta de Medicamentos e Produtos.

Requisitos para Obtenção da Autorização de Funcionamento (Decreto n.° 79.094/77)

- Indicação da atividade industrial respectiva.

- Apresentação do ato constitutivo, do que constem expressamente as atividades a serem exercidas e o representante legal da mesma.

- Indicação dos endereços da sede dos estabelecimentos destinados a industrialização dos depósitos dos distribuidores e dos representantes.

- Natureza e espécie dos produtos.

- Comprovação da capacidade técnica e operacional.

- Indicação do responsável ou responsáveis técnicos de suas respectivas categorias profissionais e dos números das inscrições nas respectivas autarquias profissionais a que se filiem.

A Autorização habilitará a Empresa a funcionar em todo o território nacional e necessitará ser renovada quando ocorrer Alteração ou Mudança de Atividade compreendida no âmbito do Decreto n.° 79.094/77 ou mudança do Sócio, Diretor ou Gerente que tenha a seu cargo a representação legal da empresa.

A Agenda Nacional de Vigilância Sanitária fará publicar em Diário Oficial da união as concessões de Autorização de Funcionamento, suas Alterações e Cancelamento.

A Agenda Nacional de Vigilância Sanitária expedira documento de Autorização as empresas habilitadas na forma do Decreto n.° 79.094/77, para o exercício de atividades enumeradas no artigo 1° do referido Regulamento.

As empresas somente poderão exercer suas atividades após a publicação da Autorização de Funcionamento em Diário Oficial da União.

LEGISLAÇÃO SANITÀRIA

Medida Provisória n.° 2.000-16 de 11 de maio de 2.000 – Altera dispositivos da Lei n.° 9782, de 26/01/99, que define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agenda Nacional de Vigilância Sanitária e dá outras providências. (Publicada no D.O. de 12/05/00);

Resolução- RDC n.° 24 de 07 de dezembro de 1999 – Altera o item 006 – Nota 03 da Instrução Normativa n.° 01 – SVS/MS de 30/09/94 – DOU de 04/010/94 -Mudança de CGC ou CNPJ por fusão, inciso ou incorporação. (Publicada no D.O. de 08/12/99);

Decreto n.° 3.029 de 16 de abril de 1999 – Aprova o Regulamento da Agenda Nacional de Vigilância Sanitária, e dão outras providencias;

Lei 9.782 de 26 de Janeiro de 1999 – Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agenda Nacional de Vigilância Sanitária, e da outras providências. (Publicada no D.O. de 27/01/99);

Portaria SVS/MS n.° 327 de 30 de iulho de 1997 – Institui Manual de Boas Práticas de Fabricação e Controle e Roteiro de Inspeção. (Publicada no D.O. de 01/08/97);

Portaria SVS/MS n.° 109 de 26 de setembro de 1994 – Descentralização de Petições formuladas a ANVS/MS pelo SUS. (Publicada no D.O. de 04/10/94);

Portaria SVS/MS n.° 114 de 30/09/94 – Estabelece pela instrução Normativa n.° 01/94, os documentos necessários à formação de processos de petições junto a ANVS/MS, referentes à Autorização de Funcionamento, Alterações e Cancelamento de Autorização e outras. (Publicado no D.O. de 04/10/94);

Lei n.° 8.080 de 19 de setembro de 1990 – Lei Orgânica de Saúde. (Publicado no D.O. de 20/09/90);

Decreto n.° 79.094 de 05 de Janeiro de 1977 – Regulamenta a Lei n.° 6.360/76. (Publicado no D.O. de 05/01/77);

Lei n.° 6.360 de 23 de setembro de 1976 – Dispõe sobre a Vigilância Sanitária a que ficam sujeitos os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, Cosméticos Saneantes e outros produtos. Lei da Vigilância Sanitária. (Publicada no D.O. de 24/09/76)

Modelos de Formulário de Petição

Documentos Necessários a Formação de Processo de Autorização de Funcionamento de Empresas: (Portaria n°114/94 – Instrução Normativa n.° 01/94)

- Formulário de Petição de Autorização adotado pela ANVS/MS em 02 (duas) vias (original e cópia);

- Guia de Recolhimento da Agenda Nacional de Vigilância Sanitária/MS – via original, excetuado os casos de isenção previstos em Regulamentos específicos ou Procuração de representante legal, se for o caso.

- Cópia do Contrato Social registrado na Junta Comercial, devendo constar neste documento os objetivos claramente explicitados, das atividades que foram requeridas;

- Cópia do documento de Inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes/CGC ou Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica/CNPJ;

- Relação Sucinta da natureza e espécie dos produtos com que a empresa irá trabalhar;

- Declaração contendo os seguintes dados gerais:

a. Razão Social;

b. Nome do Representante Legal;

c. Nome do Responsável Técnico e número de sua inscrição no Conselho Regional respectivo.

d. Relatório de endereços CEP, telefones , fax da sede, locais de fabricação, filiais depósitos e distribuidoras.

e. Nome do procurador legalmente habilitado, se houver. (Verificar se a procuração
está devidamente autenticada).

Relatório técnico de capacitação contendo:

a. Relação completa da natureza e espécie dos produtos com que a empresa irá trabalhar.

b. Descrição dos prédios e outros dados que caracterizem as edificações onde
funcionará a fábrica (Projeto arquitetônico e cópia da planta baixa, devidamente
aprovada pelo Serviço de Engenharia Sanitária e Meio Ambiente da Secretaria
Estadual de Saúde).

c. “Layout” e memorial descritivo da aparelhagem, maquinário e instalações disponíveis para atender as atividades pleiteadas, por área de fabricação (quando for o caso), bem como relação completa dos aparelhos e equipamentos a ser usados no controle de qualidade;

d. Relatório da organizado da empresa (organograma);

e. Nome (s) e número(s) de inscrição no Conselho Regional correspondente, do responsável técnico da empresa e dos técnicos responsáveis pelos setores de produção e de controle de qualidade;

f. Manual de Boas Práticas de Fabricação a ser utilizados na empresa.

- Certificado de Regularidade ou Termo de Responsabilidade, emitido pelo Conselho Regional respectivo, do Responsável Técnico da empresa e dos técnicos responsáveis pelos setores de Produção e de Controle de Qualidade.

- Cópia do Contrato de Trabalho ou da Carteira Profissional do Responsável Técnico da empresa.

- Cópia do Alvará Sanitário.

Além dos documentos acima citados, solicita-se Relatório de Inspeção com parecer técnico via original, conclusivo, expedido pela Vigilância Sanitária local para subsidiar a ANVS/MS a Concessão ou não da Autorização de Funcionamento.

Observações:

- Toda a documentação deve ser assinada pelo representante legal da empresa;

- A documentação relativa à parte técnica deve ser assinada também pelo responsável técnico;

- Os documentos que já são exigidos para Licença de Funcionamento e/ou Alvará Sanitário não precisam ser apresentados devendo, entretanto, ser anexada declaração do serviço de Vigilância Sanitária, discriminando estes documentos.

ALTERAÇÃO NA AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE EMPRESA

A – Essas Petições referem-se a:

- Mudança de Razão Social;

- Ampliação ou Redução de Classes de Atividades;

- Ampliação ou Redução de Classes de Produtos;

- Alteração de endereço da sede;

- Alteração de endereço de local de fabrico;

- Mudança de responsável técnico;

- Mudança de representante legal;

- Mudança de Cadastro Geral de Contribuinte – CGC ou CNPJ; (ver nota n.° 3)

B – Relação de Documentos Necessários:

- Petições preenchidas, no que couber, em 02 (duas) vias (original e cópia).

- Guia de Recolhimento da ANVS/MS – via original, excetuados os casos de isenção previstos em regulamentos específicos.

- Declaração à Agenda Nacional de Vigilância Sanitária / MS, devidamente registrada em Cartório de Títulos e Documentos, ou copia autenticada pleiteando usufruir descontos, no tocante ao recolhimento de Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária, se for o caso;

- Cópia da publicação da Autorização de Funcionamento de Empresa o Contrato Social ou Ata de Constituição registrado na Junta Comercial e suas respectivas Alterações, com exceção dos itens 5 e 6 acima listados (letra “A”).

- Certificado de Regularidade ou Termo de Responsabilidade emitido pelo Conselho respectivo, quando se tratar de Mudança de Responsável Técnico (item 6 da letrada “)”.

- Atualização do Relatório Técnico de Capacitação original, quando se tratar dos itens 2 e 3 acima listados (letra “A”),

- Cópia da nova planta baixa, devidamente aprovada pelo Serviço de Engenharia Sanitária e Meio Ambiente do SUS estadual, quando se tratar dos Itens 2,3 e 5 acima listados (letra “A”).

- Relação dos produtos, devidamente assinada pelo Responsável Técnico, em se tratando dos itens 3 e 6 (letra “A”),

- Cópia da Licença de Funcionamento e/ou Alvará Sanitário devidamente atualizado.

Notas:

- Nos pedidos de alteração na Autorização de Funcionamento de Empresa, devem ser
apresentados apenas os documentos relevantes para solicitação pleiteada, dispensando-se ajuntada de outros que já tenham sido encaminhados, visto que este conjunto fará parte do processo original de Autorização de Funcionamento.

- As atividades resultantes das alterações citadas nos itens 2,3,4 e 5 só poderão ser
realizadas após a aprovação das mesmas pelo órgão de Vigilância Sanitária do SUS, estadual ou municipal.

- Mudança de Cadastro Geral de Contribuinte – CGC ou CNPJ por fusão, cisão ou
incorporação é considerada uma Alteração na Autorização de Funcionamento de Empresa, conforme dispositivos da Resolução RDC n.° 24 de 07/12/99 – DOU de 08/12/99.

Toda a documentação deve ser assinada pelo representante legal da empresa.

A documentação relativa à parte técnica deve ser assinada também pelo responsável técnico.

CANCELAMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DE EMPRESA

Documentos Necessários:

- Formulário de Petição, preenchido no que couber, em 02 (duas) vias (original e cópia);

- Justificativa do cancelamento;

Cópia da publicação de Autorização de Funcionamento de Empresa.,

Observação:

Toda a documentação deve ser assinada pelo Representante Legal da Empresa.

Estados Descentralizados – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná,
Ceara e Maranhão.

Quando se tratar de Empresas localizadas nesses estados, as Petições de Autorização de Funcionamento e suas Alterações e Cancelamento de Autorização de Funcionamento, deverão ser apresentadas as Vigilâncias Sanitárias estaduais e/ou municipais correspondentes, conforme Portaria SVS/MS n.° 109/94, e respectivos convênios, cujas Petições serão analisadas integralmente e encaminhadas a ANVS/MS com vistas a Concessão com posterior publicação em Diário Oficial da União.

Documentos encaminhados pelas VISAS locais

- Ofício de encaminhamento da Vigilância Sanitária estadual e/ou municipal;

- Petição (original)

- Comprovante de pagamento

- Laudo de inspeção e parecer técnico conclusivo

Empresas localizadas nos demais estados deverão apresentar as Petições de Autorização de Funcionamento, suas Alterações e Cancelamento de Autorização de Funcionamento a Gerência de Protocolo da ANVS/MS – SEPN 515 Bloco “B” – Ed. Omega – W/3 Norte -Brasília/DF – CEP 70770-502.

INSPEÇÃO EM INDÚSTRIAS DE SANEANTES

  • DOMISSANITÁRIOS

PORTARIA SVS/MS N.° 327 DE 30 JULHO DE 1997 – DOU DE 01/08/1997 – INSTITUI MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO E CONTROLE / ROTEIRO DE INSPEÇÃO.

  • Inspeção de Qualidade:

Conjunto de medidas destinadas a garantir a qualquer momento, durante o processo de fabricação, a produção de lotes de medicamento e demais produtos abrangidos pelo Decreto n.° 79.094/77, tendo em vista o atendimento das normas sobre atividade, pureza, eficácia e inocuidade.

  • Objetivos:

- Promover a proteção da saúde da população, mediante fiscalização Sanitária da fabricação e controle de produtos da área de Saneantes Domissanitarios;

- Promover a harmonização das práticas de inspeção da indústria de saneantes domissanitários;

- Avaliar o cumprimento do Roteiro das “Boas Práticas de Fabricação e Controle” pelas empresas fabricantes.

  • Metas:

- Inspecionar 50% das Indústrias de produtos domissanitarios com ação residual e 10% das demais industrias de produtos domissanitarios, de acordo com o que estabelece o contrato de gestão entre o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, publicado no Diário Oficial de 10 de setembro de 1999.

  • Metas Prioritárias:

- Inspecionar as indústrias de Saneantes Domissanitários que fabricam o maior numero de produtos de grau de risco 1 e 2.

  • Tipos Inspeção:

- Inspeção – Inspeção com vista à verificação do cumprimento das “Boas Praticas de Fabricação e Controle”, de acordo com o Roteiro de Inspeção publicado na Portaria e 327 de 30/07/97;

- Reinspeção – Verificação do cumprimento das exigências determinadas na inspeção anterior e outras situações encontradas.

  • Seleção das Empresas:

- O critério de escolha das empresas a ser inspecionadas foi fixado de acordo com o maior numero de produtos por categoria de risco. A prioridade é para as empresas fabricantes de produtos Domissanitarios com ação residual e demais indústrias de
produtos saneantes domissanitarios, (ver metas).

- Órgão competente para concessão de Autorização de Funcionamento, suas Alterações
e Cancelamento de Autorização.

- Agenda Nacional de Vigilância Sanitária/MS.

- Diretoria Adjunta de Medicamentos e Produtos/Gerência de Inspeção e Controle

Endereço: SEPN 515 Bloco B – Ed. Omega – W3 Norte

Brasília/ DF – CEP 70770-502 – Telefone 448-1145 / 448-1152 – FAX 448-1147

e-mail: medicamentos@anvisa.qov.br

Comissões

CONATES – Comissão Nacional de Assessoramento Técnico-científico em Saneantes.

Ela é composta por especialistas da área, vinculados a Universidades, Institutos, Secretarias de Saúde e outros Órgãos Federais.

A Comissão tem como objetivo assessorar a área técnica em determinados pontos específicos e atuar juntamente com a Gerencia-Geral de Saneantes, na elaboração/atualização das normas que abrangem os produtos Saneantes Domissanitários.

LEGISLAÇÃO GERAL

Lei n° 6.360. de 23 de setembro de 1976

Dispõe sobre a Vigilância que fica sujeita os medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos, cosméticos, saneantes e outros produtos.

Decreto n° 79.094. de 05 de Janeiro de 1977

Regulamenta a Lei n° 6.360, de 23 de Setembro de 1.976, que submete ao sistema de Vigilância Sanitária, os medicamentos, os insumos farmacêuticos.drogas, cosméticos, produtos de higiene, saneantes e outros.

Notificação de Produto

Com o produto devidamente classificado e categorizado como de Risco I, a Empresa devidamente Autorizada na ANVS/MS, com porte da Resolução nº 336/99 (DOU 30.07.99), em seu Art. 6.°, devera seguir as orientações transcritas a seguir: Os produtos de Risco I estão isentos da obrigatoriedade de registro, devendo ser notificados junto ao órgão competente de Vigilância Sanitária, com 30 dias de antecedência a sua primeira comercialização e importação, quando for o caso. Para notificação deverão ser apresentadas através de disquetes ou formulários as seguintes informações:

I – Nome do produto;

II -Composição quali-quantitativa do produto, em concentração percentual;

III- Inscrição das matérias-primas (n.° do CAS ou equivalente, quando houver);

IV- Finalidade de Emprego;

V- Forma de apresentação;

VI – Área de distribuição;

VII – Termo de responsabilidade, assinado pelo Representante Legal e Responsável Técnico com indicação de seu número de inscrição no Conselho Profissional competente e

VIII – Data de lançamento no mercado.

Após este procedimento, o interessado devera protocolar a referida documentação na Vigilância Sanitária do município ou no SEAT (Serviço de Atendimento ao Usuário), que é o protocolo central da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, aguardando pronunciamento da área técnica de saneantes.

Como classificar um Produto de Risco I

É importante lembrar que os produtos de Risco I podem ser registrados (sujeito à taxa) ou notificados (isentos de taxa). Os registrados, após a conclusão satisfatória da análise técnica, recebem um número de identificação, já os notificados, não o recebem.

Os produtos de Risco I – compreendem os saneantes domissanitários e afins em geral, excetuando-se os classificados como de Risco II. Os produtos como de Risco I devem atender os seguintes requisitos:

a. Produtos formulados com substancias que não apresentem efeitos comprovadamente mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos em mamíferos.

b. Produtos com DL50 oral para ratos, superiores a 2000mg/kg de peso corpóreo para
produtos líquidos e 500mg/kg de peso corpóreo para produtos sólidos. Será admitido o método de calculo de DL50 estabelecido pela OMS.

c. Produtos cujo valor de pH, em solução a 1% , seja maior que 2 ou menor que 12.

De maneira geral, os produtos de Risco I são categorizados como (salvo quando não estão de acordo com o item c):

- Alvejantes;

- Amaciante de Tecidos;

- Antiferruginosos;

– Ceras;

- Desincrustantes Ácidos e Alcalinos;

- Limpa Móveis, Plásticos, Pneus e Vidros;

- Polidores de Sapato e de Superfícies Metálicas;

- Removedores;

- Sabões;

- Saponáceos e Outros.

Como categorizar um Produto de Risco I

Para categorizar seu produto de Risco I corretamente, você deverá tomar como base a Legislação específica, observando a finalidade do mesmo.

Deve-se estar atento as especificações técnicas do seu produto, pois, é ela que define a sua categoria.

Como classificar um Produto de Risco II

Os produtos de Risco II – compreendem os saneantes domissanitários e afins que sejam cáusticos, corrosivos, os produtos cujo valor de pH, em solução a 1%, seja igual ou menor que 2 e igual ou maior que 12, aqueles com atividade antimicrobiana, os desinfestantes, os produtos biológicos à base de microorganismos e os produtos com alto poder oxidante ou redutor. Os produtos de Risco II devem atender ao disposto em legislações (link legislação) específicas e aos seguintes requisitos:

Portaria n° 327. de 30 de iulho de 1997

Determinar a todos os estabelecimentos produtores de Saneantes Domissanitários, o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelos Regulamentos Técnicos – Boas Práticas de Fabricação e Controle.

Portaria n° 1.634. de 1997

Prorrogação de prazo para Cumprimento de Exigência, outros.

Resolução – RPC n° 039. de 28 de abril de 2000

Dispõe sobre atualização de normas e procedimentos referentes ao registro de produtos Saneantes Domissanitários com ação antimicrobiana.

Resolução – RPC n° 38. de 28 de abril de 2000

Aprova as Normas Gerais para produtos Saneantes Domissanitários destinados exclusivamente à exportação.

Resolução n° 336. de 22 de julho de 1999

Registro de Produtos Saneantes Domissanitários e Afins, de Uso Domiciliar, Institucional e Profissional.

Instrução Normativa n° 01 de 30 de setembro de 1994

Estabelece os documentos necessários para Processos de Petições, junto a Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. D.O. de 04/10/94.

CERTIFICADO DE LIVRE COMERCIALIZAÇÃO

A área de Saneantes da Anvisa, emite Certificado de Livre Comercialização exclusivo para exportação para os produtos Saneantes Domissanitários Registrados e Notificados, desde que seja solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, juntamente com a cópia da publicação em Diário Oficial da União.

– Parecer técnico sobre a inclusão no rótulo de desinfetantes da frase: “Mata 100% das Bactérias* Testadas”

A inclusão dessas frases no rótulo de desinfetantes induz o consumidor a uma idéia errônea sobre a eficácia do produto.

De acordo com a Portaria DISAD n.° 15/88, os métodos a serem adotados para a comprovação de eficácia dos desinfetantes são aqueles preconizados pelo INCQS/FIOCRUZ, que adota, para avaliação da atividade bacteriana, o Método de Diluição de Uso da AOAC (Association Official Analytical Chemists), que é um método qualitativo, com carreadores, que não fornece como resultado, percentual de mortes dos microorganismos teste.

Portanto, o resultado satisfatório do ensaio realizado, através do Método de Diluição de Uso, não fornece a conclusão de 100% de morte dos microorganismos testados.

Desse modo, aqui, não se aplica a utilização de frases indicando percentuais de eficácia.

a. Produtos formulados com substância que não apresentem efeitos comprovadamente mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos em mamíferos.

b. Produtos com DL50 oral para ratos, superiores a 2000mg/kg de peso corpóreo para produtos líquidos e 500mg/kg de peso corpóreo para produtos sólidos, na diluição final de uso. Será admitido o método de cálculo de DL50 estabelecido pela OMS.

De maneira geral, estes produtos são categorizados como:

- Desinfetantes;

- Desodorizantes;

- Esterilizantes;

- Algicidas para piscinas;

- Fungicidas para piscinas;

- Desinfetante de água para o consumo humano;

- Água Sanitária;

- Produtos biológicos;

- Inseticidas;

- Raticidas;

- Jardinagem amadora e Repelentes.

Como categorizar um Produto de Risco II

Para categorizar seu produto de Risco II corretamente, você deverá tomar como base a Legislação específica. observando a finalidade do mesmo.

Deve-se estar atento às especificações técnicas do seu produto, pois, é ela que define a sua categoria.

É importante lembrar que os produtos de Risco II possuem taxas superiores as dos produtos de Risco I, desta forma, a Empresa deverá observar este ponto, pois, qualquer irregularidade acarretará num maior tempo de conclusão de análise do processo de registro. Portanto, certifique-se que seu produto está devidamente categorizado.

LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA

Registro de Produtos Saneantes e Domissanitários

Lei nº 9.782. de 26 de Janeiro de 1999

Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e dão outras providencias.

Portaria n° 874. de 5 de novembro de 1998

Biodegradabilidade dos tensoativos amônicos para produtos saneantes domissanitários.

Portaria n° 393. de 15 de maio de 1998

Estabelecer o “Método para Determinação da Biodegradabilidade de Tensoativos Amoníacos”, com validade em todo Território Nacional, conforme Anexo I da presente Portaria.

EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PERMANENTES

Uma pequena indústria de materiais de limpeza não necessita de todos os materiais abaixo mencionados, tudo vai depender do porte da empresa que você pretende montar. No entanto é sempre bom conhecer os materiais e equipamentos disponíveis no mercado.

Código Produto UN PRÇ Unit
1161 Bastão de vidro Diam. 5x 300mm PC 1,50
731 Batoque nº. 6,5 (500 und) PC 8,25
1273 Batoque nº. 7 (500 und) PC 8,25
1274 Batoque nº. 7,5 (500 und) PC 8,25
1281 Batoque nº. 13,5 (500 und) PC 8,20
1162 Copo Becker vidro 50 ml PC 8,76
1163 Copo Becker vidro 150 ml PC 13,60
1164 Copo Becker vidro 250 ml PC 15,05
1165 Copo Becker vidro 500 ml PC 21,35
1166 Copo Becker vidro 1 LITRO PC 21,00
1171 Copo graduado vidro 125 ml PC 11,00
1414 Copo graduado vidro 150 ml PC 10,45
1172 Copo graduado vidro 250 ml PC 12,10
1173 Copo graduado vidro 500 ml PC 13,95

MAQUINAS EXTRUSORA MÚLTIPLA COM CORTADOR

(Para sabão e sabonete)

Características:

Extratora múltipla com sistema de dois estágios e produção de 1.000 (mil) pedaços por hora;

Motor 5 GV;

Redutor K-80;

Rosca160mm;

Sistema de aquecimento e resfriamento;

Obs.: Para sabonetes temos a opção de extrusora em INOX;

Dados:

Comprimento: 1.80 m; Comprimento com cortador: 2.90 m; Largura: 0.75 m; Altura: 1.40m; Peso: 270 Kg;

HOMOGENEIZADOR MOTORIZADO

(Para sabão)

Características:

Misturador motorizado com dois tanques em ferro carbono;

Produção de 240 kg de massa por vez;

Capacidade do 1° tanque: 250 kg para homogeneização da massa;

Capacidade do 2° tanque: 130 kg para aquecimento de gorduras;

Sistema de aquecimento a gás;

Estrutura móvel;

Para sabonete: O 1° tanque deve ser em INOX.

Dados:

Comprimento: 1.40 m; Largura: 0.75 m; Altura: 1.80 m;

Peso: 115Kg;

HOMOGENEIZADOR MANUAL

(Para sabão e sabonete)

Características:

Misturador motorizado com dois tanques em ferro carbono;

Produção de 240 kg de massa por vez;

Capacidade do 1° tanque: 250 kg para homogeneização da massa;

Capacidade do 2° tanque: 130 kg para aquecimento de gorduras;

Sistema de aquecimento a gás;

Estrutura móvel;

Para sabonete: O 1° tanque deve ser em INOX.

Dados:

Comprimento: 1.40 m; Largura: 0.75 m; Altura: 1.80m;

Peso: 230 Kg;

CORTADEIRAS

Características:

Cortador com manivela utiliza sistema de fios para cortar a altura e largura da barra.

Cortador para cortar a barra em comprimento

CAIXAS PARA RESFRIAMENTO

Características:

Quantidade de 10 caixas em cada conjunto. Caixas para resfriamento com capacidade de 20 Kg. ou 100 pedaços.

HOMOGENEIZADOR MOTORIZADO

(Para Líquidos: Detergente, desinfetante, amaciante, água sanitária e solupan)

Características:

Misturador motorizado com tanque de Polietileno graduado;

Capacidade: 600 litros;

Permite produção de 5000 litros por dia;

Estrutura móvel;

Pá em INOX;3

Saída Inferior com registro;

Tanque em Polietileno com escala graduada;

Dados:

Comprimento: 1.00 m; Largura: 0.80 m; Altura: 2.00 m;

Peso: 80 Kg;

CÓDIGO PRODUTO UN PRC UNIT
825 ACIDO SULFONICO LT 9,93
2478 ÁLCOOL DE CEREAIS (LITRO) PC 2,60
143 ALKALAM 900-D LT 13,00
917 AMIDA 80/SINOTOL CN 80 LT 10,72
920 BASE AMACIANTE COMSOFT C-20 1X6 KG 5,10
921 BASE AMACIANTE COMSOFT LCA 1 X 32 KG 13,42
1427 BASE DESINFETANTE EUCALIPTO 1X 100 LT 11,20
584 BASE DESINFETANTE FLORIN CAMPESTRE 1X100 LT 17,40
334 BASE DESINFETANTE FLORIN MAX 1X 100 LT 17,40
126 BASE DESINFETANTE FLORIN VERTI 1X100 LT 17,40
125 BASE DESINFETANTE FLORIN ZIX 1X 100 LT 17,40
504 BASE DESINFETANTE MIL FLORES 1X100 LT 32,00
3089 BASE DESINFETANTE PINHO PLUS 1X100 LT 17,40
2706 BASE DESINFETANTE TALCO 1X100 LT 17,40
922 BASE DETERGENTE LUMAX 90L 1X5 LT 6,95
1410 BASE LIMPA ALUMINIO BRILHOX 1X5 LT 6,50
1623 BREU KG 3,50
952 BUTIL GLICOL LT 16,24
988 CANFORA KG 29,00
992 CARBOPOL KG 213,29
828 CLORETO DE SQPIO KG 2,20
684 CLORETO DE SODIO GROSSO (1KG) KG 1,35
794 CLORIDROXIDO DE ALUMINIO KG 7,00
38 CORANTE ÁLCOOL AMARELO * COD.2001 LT 13,00
998 ESSÊNCIA EUCALIPTO P/SAUNA LT 20,00
1009 FIXADOR SANDI KG 67,30
2646 |MINI BALANCA PLASTICA ATÉ 125GR PC 9,20
1418 PAPEL INDICADOR “PH” PC 21,35
1615 PROPILENO GLICOL LT 11,06
202 RENEX LT 17,03
1614 RICINOLEATO DE SODIO LT 4,80
2630 SINOQUART 50% LÍQUIDO LT 12,70
477 VISCOSOL-150 KG 29,78

FÓRMULAS DOS PRODUTOS DE LIMPEZA

ÁGUA SANITÁRIA

MATERIAL:

  • cloro ativo (hipoclorito de sódio) 25%
  • Água 75%
  • - Barrilha (carbonato de sódio) q s (= quantidade suficiente)

MODO DE FAZER:

- Dilua o cloro em água na proporção indicada. Trabalhe em tanques de PVC ou similares resistentes ao cloro. A barrilha e utilizada quando o PH resulta baixo demais, pois ajuda a estabilizar o produto. A quantidade ideal e de 1% do peso do produto. Dissolva a barrilha na quantidade de água indicada e adicione a solução de cloro, misturando levemente. Deixe de repouso por 30 minutos e em seguida envasilhe em embalagens de polietileno de cor escura (azul, verde ou branco fosco). Por fim rotule e guarde em local arejado.

ÁLCOOL PERFUMADO

MATERIAL

- 500ml de álcool de cereais

- 20ml de Renex (e um dissolvente para os produtos)

- 5ml de essência de seu gosto (usamos hortelã)

- 475ml de água filtrada

- 10 gotas de corante

Todos os produtos são encontrados em lojas de essências.

Passo-a-passo

Dissolva a essência no álcool. Junte os demais componentes e misture bem. Rendimento: 1 litro

AMACIANTE DE ROUPAS 1

Ingredientes:

• 300g de base para amaciante

• 03ml de essência

• 150 ml de água

• 13 ml de glicerina líquida

• Recipiente de vidro ou vasilha de plástico para prepare

• Bastão de vidro ou colher descartável

• Água morna e fria

• Recipiente plástico com tampa

• Etiquetas de identificação

Preparo básico:

• Coloque a base para amaciante no recipiente. Mornar 100 ml de água, retire do fogo e vá colocando devagar sobre a base, mexendo-a bem para diluir. Complete com o restante de água fria. Em seguida, misture a essência e a glicerina, coloque no recipiente com tampa e etiquetá-lo.

AMACIANTE DE ROUPAS 2

Ingredientes – (amaciante de roupas):

• 1000 ml de água fervente

• 35 gr de quartenário de amônio

• Corante e perfume a gosto.

AMACIANTE DE ROUPAS 3

Ingredientes:

• 10 litros de água fria em um balde grande

• 01 kg de base para amaciante (pasta)

• 50 ml de óleo amacitel

• 50 ml de corante (pr6prio amaciante pasta)

Modo de preparo:

• Dissolva a base do amaciante em uma caneca de alumínio até formar água amarelada em fogo baixo. em um balde a parte, já com os dez litros de água fria, coloque aos poucos a “base” dissolvida e ir batendo com um rodo pequeno até formar uma massa homogênea.

• Coloque o óleo, o corante aos poucos até dar a cor azul bebê.

AMACIANTE 4

MATERIAL

-1 sabonete perfumado colorido

- 2 litros de água fervente

- 2 litros de água fria

-1 vidro de leite de rosas

-1 vidro de glicerina (100ml)

MODO DE FAZER

- Role o sabonete e dissolve na água quente.

- Derrame no liquidificador, ligue e despeje aos poucos a água fria.

- Passe para um recipiente fundo e misture tudo muito bem.

- Coloque em vidros transparentes ou plásticos bem fechados,

Agite antes de usar.

AMACIANTE SIMPLES

Material:

- 250g de base para amaciante

- 50 ml de essência

-1,5 litro de água quente

- 8 litros de água fria

Modo de fazer:

Coloque para ferver 1,5 litro de água, ao levantar fervura acrescente a base de amaciante e mexa bem até dissolver totalmente. Misture o restante da água fria, mexa e deixe esfriar. Acrescente a essência e misture. Coloque em galões ou garrafas.

AMACIANTE DE ROUPAS CASEIRO

Material necessário

- 125g base de amaciante

- 32 ml de essência para amaciante

- 5 litros de água (reserve 250 ml)

Passo-a-passo

Numa panela grande, coloque os 250 ml de água, leve ao fogo e dissolve a base do amaciante, durante mais ou menos 6 minutos. Depois de dissolvida, junte aos 4,75 litros de água fria restante. Depois da mistura fria, adicione a essência. Deixar descansar de um dia para o outro.

Rendimento: 5 litros

Custo do amaciante feito em casa: R$ 2,69 – 5 litros

Custo no mercado do amaciante industrializado: R$ 2,50 o litro (dependendo da marca e da região)

Obs.: Compre a base e a essência numa loja especializada em produtos para essências, perfumaria ou produtos de limpeza.

AMACIANTE ANTI-MOFO

Material necessário

Amaciante

- 125g de base para amaciante

- 50ml de essência da sua preferência

- 5 litros de água

- 50g de glicerina liquida

Todos esses produtos são encontrados em lojas de essências e material de limpeza.

ANTI- MOFO

- 15ml de formol, encontrado em farmácias

Passo-a-passo

Amorne 1 litro de água. Dilua a base nesta água. Acrescente aos poucos o restante da água morna. Em seguida, misture a essência e a glicerina. Se quiser o amaciante antimofo, acrescente 15ml de formol nos 5 litros de amaciante já pronto. São 3ml de formol, para cada litro de amaciante já pronto.

Custo: R$ 4,50 para fazer 5 litros Venda: R$ 11,25 os 5 litros

AMACIANTE LEITE DE ROSAS

5 litros de água fria

• 1 litro de água quente (sem ferver)

• 2 colheres de sopa de glicerina liquida

. 1 garrafinha de leite de rosas (ou água de rosas)

1/2 sabonete azul ralado grosso

Modo de preparo: Esquente bem 1 litro de água (sem ferver), desligue o fogo e coloque 1/2 sabonete ralado. Tampe e deixe algumas horas para amolecer. Depois coloque no fogo baixo sempre mexendo sem deixar ferver durante 1 a 2 minutos para derreter totalmente. Despeje um balde e acrescente a glicerina, o leite de rosas e os 5 litros de água fria. Misture e engarrafe.

Obs. Na hora que se faz fica LÍQUIDO mas no dia seguinte fica cremoso. Se quiser acrescente um pouco de colônia de bebe.

AMACIANTE CONCENTRADO

5 litros de Concentrado – 25 litros de Amaciante

Preparação do Concentrado:

300 gramas de Zama 2000

50 gramas de essência

1 vidro de corante

Modo de preparo do Concentrado:

Adicione as 300 gramas de Zama 2000 e 2 1/2 litros de água a 80°C mexendo lentamente até ficar tudo dissolvido, (não pode ferver). Retire do fogo e adicione mais 2 1/2 litros de água fria mexendo sempre. Só aí então coloque e essência, e o corante a gosto.

Preparação final para 5 litros de amaciante:

4 litros de d’água

20 gramas de Zama 2001

10 ml. de Zama 2002 (a 100 gotas)

1 litro de concentrado. (N°1)

Pegue os 4 litros de água do n° 2, adicione 20 ml do Zama 2001 e mexa durante 5 minutos, a seguir coloque os 10 ml do Zama 2002 e mexa por mais 5 minutos, até engrossar. Feito isso, adicione 1 litro do Concentrado (n°1) e mexa mais 5 minutos. Estará pronto o amaciante. Repita a operação até usar os 5 litros do concentrado (n°1). Desta maneira obterá um total de 25 litros de amaciante de altíssima qualidade.

AROMATIZADOR

Ingredientes – (aromatizador):

325 ml de álcool de cereais

15 ml de essência

10 ml de propileno

150 ml de água filtrada

01 ml de bactericida

Recipiente de vidro ou vasilha de plástico para preparo

Bastão de vidro ou colher descartável

Recipiente de vidro com tampa para maceração

Etiquetas de identificação

Preparo básico:

Coloque no recipiente de vidro o álcool de cereais e acrescente a essência, mexa bem. Em seguida junte os demais componentes, mexendo sempre. Coloque no recipiente de vidro e etiqueta-lo com a data de prepare. Espere (7) sete dias para macerar. Depois transfira para o frasco de sua escolha e etiquetá-lo de novo da forma que desejar.

AROMATIZANTE DE TAPETES 1

Misture bem todos os ingredientes polvilhe sobre o tapete após minutos passe o aspirador de pó.

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bicabornato de Sódio 95
2 Óleo essencial de lavandim 4
3 Óleo essencial de Melaleuca 1

AROMATIZANTE DE TAPETES 2

Misture bem todos os ingredientes polvilhe sobre o tapete após 30 minutos passe

o aspirador de pó.

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bicabornato de Sódio 95
2 Óleo essêncial de Herbal 5

AROMATIZANTE PARA ASPIRADOR DE PÓ

Pingar o Óleo Essêncial no algodão e colocar no coletor de pó do aspirador

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Sachê de algodão 1
2 Óleo essêncial de limão 15 gotas
3 Óleo essêncial de Rosemarinho 10 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (QUARTOS 1)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de lavanda 15 gotas
3 Óleo essêncial de Ylang Ylang 5 gotas
4 Óleo essêncial de Gerância 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (QUARTOS 2)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de lavanda 20 gotas
3 Óleo essêncial de Melaleuca 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (QUARTOS 3)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodÃo e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Mandarina 20 gotas
3 Óleo essêncial de Canela Folha 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (QUARTOS 4)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de laranja 10 gotas
3 Óleo essêncial de Limão 10 gotas
4 Óleo essêncial de Rosemarinho 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (COZINHA 1)

Pingar o Óleo Essêncial no sachê de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Cravo Folha 20 gotas
3 Óleo essêncial de Limão 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (COZINHA 2 )

Pingar o Óleo Essêncial no sachê de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Limão 15 gotas
3 Óleo essêncial de Cravo Folha 5 gotas
4 Óleo essêncial de Basilicão 2 gotas
5 Óleo essêncial de Orégano 3 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (COZINHA 3)

Pingar o óleo essêncial no sachê e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de limão 15 gotas
3 Óleo essêncial de rosemarinho 5 gotas
4 Óleo essêncial de Orégano 2 gotas
5 Óleo essêncial de Basilicão 2 gotas
6 Óleo essêncial de Tomilho Branco 1 gota

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (COZINHA 4)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Limão 8 gotas
3 Óleo essêncial de Gravo Folha 10 gotas
4 Óleo essêncial de Orégano 5 gotas
5 Óleo essêncial de Coentro 2 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (BANHEIRO 1)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de lavanda 20 gotas
3 Óleo essêncial de eucalipto Globulus 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (BANHEIRO 2)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Ylang Ylang 15 gotas
3 Óleo essêncial de Grapefruit 10 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (BANHEIRO 3)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de Limão 20 gotas
3 Óleo essêncial de Rosemarinho 5 gotas

AROMATIZANTE PARA GAVETAS (BANHEIRO 4)

Pingar o Óleo Essêncial no sache de algodão e colocar no fundo da gaveta

Fase Seq. Produto Qtde (%)
1 Bola de Algodão 1
2 Óleo essêncial de lavanda 10 gotas
3 Óleo essêncial de Palmarosa 10 gotas
4 Óleo essêncial de Ylang Ylang 5 gotas

AROMATIZADOR PARA CARRO

Material necessário

- 800ml de álcool de cereais

- 100ml essência

- 100ml de propileno

- 2g de bactericida

Passo-a-passo

Misture todos os componentes e deixe descansar por 7 dias.

Coloque o LÍQUIDO num borrifador. Agora, é só aplicar.

INSETICIDAS

INSETICIDA DOMÉSTICO

50 ml de essência de eucalipto;

10 ml de eter acético;

440 ml de água de colônia.

Misture tudo.

Recomendação: aplicar com bomba tipo “flit”.

BARATICIDA

IGREDIENTES:

- 1kg de farinha de trigo

- 150g de açúcar

- 50ml de Sorbitol

- 200g de ácido bórico

Misture bem todos os ingredientes, seguindo a ordem. Coloque em refil ou pote pequeno.

EXTERMINA BARATA

- 400 g de borax em pó

- 200 g de farinha de trigo;

- 100 g de açúcar.

Misture tudo Recomendação: colocar nos lugares visitados pelo inseto.

EXTERMINA CUPIM

Dissolva em 1 litro de gasolina, 200 g de naftalina ou piretro.

Recomendação: Injete nas galerias, locais que se percebe os furos dos cupins.

EXTERMINA PERCEVEJOS

- 500 g de sabão comum;

- 1 litro de água;

- 150 ml de água raz;

- 200 ml de querosene.

Recomendação: aplicar nos lugares onde se encontram os insetos.

EXTERMINA TRAÇA

- 10 ml de acido fênico;

- 5g de mentol;

- 5 ml de essência de limão;

- 10 g de naftalina;

- 300 ml de álcool

- 42° GL. Misture tudo.

Recomendação: Colocar nos lugares onde há o inseto.

CERA

CERA PARA ASSOALHO

Junte em banho-maria:

300 g de cera de abelha,

100 g de cera de carnaúba;

1 litro de água raz,

350 g de sebo;

350 g de sabão comum.

Depois de tudo ligado, coloque em lata fechada.

CERA LIQUIDA PARA ASSOALHO 1

(Ver “CERA PARA ASSOALHO”) e basta que aumente a quantidade de água raz

CERA LIQUIDA PARA ASSOALHO 2

Materiais:

-1 L de base para cera

-19 L de água

-10 g de corante para cera

- Essência a gosto

Passo a passo:

Misture tudo muito bem até que todos os ingredientes se dissolvam.

CORANTE PARA ASSOALHO

1 litro de gasolina;

óleo mineral e anilina na cor desejada (vermelhão ou laranja).

Basta dissolver em óleo mineral a anilina vermelha ou laranja juntando 1 litro de gasolina.

Recomendação: Aplicar no assoalho e deixar secar, posteriormente, pode aplicar a cera desejada.

CREOLINA

CREOLINA EM PÓ

Sobre 100 ml de creolina pura, junta lunlo CAULIM (argila branca) quanto seja necessário para formar uma pasta e mais caulim até formar pó úmido, para ser passado em peneira. Proceda a sua secagem juntando mais caulim.


DESENGRAXANTE

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

H2O 49,8%
Ácido sulfônico PBC V1 90% 10,0%
Querosene desodorizado 25,0%
Hidróxido de Sódio 5,2%
Ttipolisosfaro de Sódio STPP 8,0%
Isobutildiglicol 2,0%
Total 100%

Modo de Preparo

1 – Sob agitação constante , adicionar o ácido sulfônico PBC V1 90% a 60% de H2O até a total dissolução.

2 – Juntar Tripolisosfato de Sódio 50% e Isobutildiglicol e adicionar a mistura.

3 – Juntar hidróxido de sódio 50% e Isobutildiglicol e adicionar a mistura.

4, Finalmente, adicionar o Querosene desodorizado com o restante de H2O.


DESINFETANTES

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

H2O 98,3%
Cloreto Benzalcônio 1,0%
Nonil Fenol Etoxilado 9,5mol 0,5%
Formol 0,2%
Corante QSP%
Essência QSP%
Total 100%

1. Sob agitação constante, adicionar o Cloreto Benzalcônio ao H2O.

2. Em seguida, adicionar o Formol e Corante, logo apos, juntar o Nonil fenol etoxilado 9,5 mol e Essência e adicionar a mistura.

DESINFETANTE

MATERIAL

-125 ml de brancol

- 25 litros de água

-125 ml de emul

- 50 ml formol

- 125ml de essência

- Corante (opcional)

MODO DE FAZER:

- Misture o emul e a essência até ficar homogêneo. Reserve.

- Misture o brancol com o formol na água, se quiser misture o corante até atingir a cor desejada

- Misture a essência com o emul

DESINFETANTE CASEIRO

Material:

- 200 ml de detergente

- 50 ml de essência de lavanda

- 50 ml de formol

- 10 ml de água

Modo de Preparo:

Misture todos os ingredientes e acomode em garrafões.

DESINFETANTE DE PINHO

Ingredientes – (desinfetante de pinho):

• 50 ml de base concentrada para detergente

• 750 ml de água .

• 06 ml de formol

Modo de preparo:

Dilua a base na água, mexa bem e acrescente o formol mexendo bem.

DESINFETANTE EM PÓ

Sobre 1 kg de talco,

coloque 100 g de naftalina moída e reduzida a pó.

Recomendação: antitraça

DETERGENTE

DETERGENTE LÍQUIDO PARA LOUÇA

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

Obs: estas formulações são básicas e os resultados obtidos dependem das especificações de todos os produtos utilizados, inclusive a água.

Viscosidade Copo Ford 4 a 20 ºC 03´07″ 02´53″ 02´20″
Ponto de Turbação + 5ºC +2ºC +4ºC
Água 88,80% 89,30% 89,95%
Ácido Sulfônico PBC 90% 6,00% 5,00% 5,00%
Amida 60 PBC 1,00% 0,80% 1,00%
Hidróxido de Sódio 50% 1,60% 1,30% 1,30%
Lauril Éter Sulfato de Sódio (Less) 1,00% 1,50% 1,00%
Viscopon PBC 1,00% 1,30% 1,00%
Formol 0,10% 0,70% 0,65%
Corante de Sódio (Sal) 0,50% 0,70% 0,65%
Corante / Essência QSP% QSP% QSP%
Total 100% 100% 100%

Modo de Preparo:

1- Sob agitação constante, adicionar o acido sulfônico PBC 90% a 60% do volume total de água, até a completa homogeneização.

2 – Em seguida, adicionar a Amida PBC, o Hidróxido de Sódio 50% até atingir ph 7,5, o LESS e o Viscopon PBC

3 – Em seguida, adicionar o Formol e Cloreto de Sódio (dissolvido no restante de água), para finalmente adicionar o Corante e Essência.

DETERGENTE

Material necessário

- 300ml de base para detergente

- 20ml de essência de sua preferência (limão, maçã, coco, etc.)

- 5 litros de água

- 50g de cloreto de sódio (sal de cozinha)

- 30ml de corante da cor de sua preferência

Passo-a-passo.

Coloque a base em um recipiente e acrescente a água, mexendo bem até

dissolvê-la por completo. Em seguida, adicione o cloreto de sódio (sal) e mexa

até obter a viscosidade (é o sal que dará a viscosidade do detergente), junte a

essência de sua preferência e o corante. Coloque em recipiente plástico, feche

bem e guarde em lugar fresco e seco, longe dos alimentos.

Obs.: E aconselhável deixar o detergente descansar por 24 horas antes de utilizá-lo. Rendimento: 5 litros

DETERGENTE BIODEGRADÁVEL

MATERIAL:

-1 pedra de sabão de coco

- 2 limões cortados

- 4 colheres (sopa) de solução de amoníaco

- 1 litro de água .

- Mais 5 litros de água num balde

PASSO A PASSO:

Corte em pedaços o sabão de coco. Quanto mais picado, mais facilmente ele derrete. Ferva 1 litro de água numa panela funda.

Quando a água ferver, jogue os pedaços de sabão de coco dentro da panela. Depois que o sabão derreter, mexa com uma colher de pau. Jogue a mistura dentro do balde com água, esprema os limões dentro do balde e mexa bem.

Agora, abra o frasco de amoníaco com muito cuidado, longe do rosto, pois o amoníaco não pode ser inalado. Despeje quatro colheres (sopa) de amoníaco no balde. Misture com uma colher de pau e está pronto.

Você pode guardar o detergente dentro de um galão. É normal sair espuma. Depois, você pode passar para potes menores. Não e necessário colocar muito detergente na esponja. Basta uma pequena quantidade. O detergente ecológico não faz espuma depois de um tempo guardado.

DETERGENTE LÍQUIDO (fazendo a base)

Ingredientes – (detergente LÍQUIDO):

• 50 gr de ácido sulfônico (alquilbenzeno “cadeia linear”)

• 10 gr de soda cáustica aproximadamente

• 1000 ml de água quente

• Algumas gotas de corante – (apenas para dar tonalidade)

• Essência a gosto

DETERGENTE NEUTRO

Ingredientes – Detergente Neutro:

• 2,5 kg de base de detergente

• 500 ml de soda cáustica diluída

• 500 ml de base amida

• 500 gr de cloreto de sódio – (sal)

• 100 ml de corante amarelo

Modo de preparo:

• Em um tambor de 100 litros coloque 50 litros de água fria, dissolva a base de detergente nos 50 litros de água batendo com um rodo.

• Em seguida misture a soda já dissolvida, a base amida, o cloreto de sódio (sal) e o corante aos poucos até formar um amarelo laranja.

rendimento: + ou – 50 litros

DETERGENTE LÍQUIDO MAÇÃ

Material necessário:

- 1 L de concentrado para detergente

- Essência de maçã

- Corante para detergente

- vermelho

- Anfotero

Modo de preparo:

Misture a água com o concentrado para detergente, a essência e o corante, na quantidade desejada. Acrescente por ultimo o anfotero aos poucos até engrossar.

DETERGENTE PARA PIAS, AZULEJOS, CHAO, ETC

Ingredientes

- 2 litros de água fervente

-1/2 tablete de sabão de coco ralado

-1/2 xícara de chá de amoníaco

- 2 colheres de sopa de essência de limão.

Rale o sabão. Leve ao fogo com um litro de água, até o sabão derreter.

Deixe esfriar e misture o restante da água com a essência.

Por último, misture o amoníaco.

Embale em recipientes de plástico bem fechados.

JARDINAGEM AMADORA 1

Caldas de fumo e sabão, bordalesa e sulfocalcica, emulsão de óleo, macerado de urtiga e outras receitas naturais são muito utilizadas na agricultura orgânica para combater pragas e são eficientes também no jardim. Experimente e mantenha as plantas livres dos venenos.

CALDA BORDALESA

Ingredientes:

1 saco de pano;

200g de sulfato de cobre;

200g de cal virgem e 20 litros de água.

Modo de fazer:

Com o saco de pano prepare um sache com o sulfato de cobre. Mergulhe o

sachê em 18 de litros de água por 3 ou 4 horas até que o sulfato dissolve. A

parte, misture a cal em 2 litros de água e despeje na solução preparada com

o sulfato dissolvido. Mexa bem.

Antes de usar a calda bordalesa, faça um teste de acidez: mergulhe uma

lâmina de ferro no preparado. Se ela escurecer, não aplique ainda a calda

no gramado. Acrescente um pouco mais de cal e faca o teste novamente.

Caso a lâmina continue saindo manchada, adicione mais cal até que a

lamina não saia sem escurecer.

A calda bordalesa deve ser usada no máximo até o terceiro dia apos o

preparo. Em plantas pequenas ou em fase de brotação, não recomenda-se

aplicar em concentração forte.

JARDINAGEM AMADORA 2

CALDA DE FUMO E SABÃO

É um fungicida eficaz e controla manchas nas folhagens

Ingredientes:

10 cm de fumo de rolo

50 g de sabão de coco ou neutro

10 litros de água

Modo de fazer:

Pique o fumo e o sabão em pedaços, junte a água e misture bem. Deixe

Curtir por cerca de 24 horas. Coe e pulverize as plantas atacadas.

JARDINAGEM AMADORA 3

CALDA SULFOCALCICA

É um bom inseticida e ainda ajuda a combater as lagartas

Ingredientes:

100 ml de solução sulfocálcica

(encontrada em lojas de produtos agropecuários)

10 litros de água

Modo de fazer:

Misture bem e pulverize as plantas atacadas uma vez a cada 15 dias. Em

época de chuvas, deve-se aplicar uma vez por semana.

JARDINAGEM AMADORA 4

EMULSÃO DE ÓLEO

É indicada no combate a ácaros e ferrugem

Ingredientes:

2 litros de água

1 kg de sabão comum (em pedra ou líquido)

8 litros de óleo mineral

Modo de fazer:

Pique o sabão (se for em pedra), misture com o óleo e a água e leve ao fogo, mexendo sempre, até que levante fervura. A mistura vai adquirir a consistência de uma pasta. Guarde em um pote bem tampado e na hora da aplicação, dissolva cerca de 50g pasta em água morna e dilua tudo em 3 litros de água.

JARDINAGEM AMADORA 5

MACERADO DE URTIGA – é usada contra cochonilhas

Ingredientes:

11 litros de água

100 g de folhas frescas de urtiga (use luvas)

manusear a planta, (pois ela causa irritações na pele).

Modo de fazer:

Misture as folhas de urtiga em um litro de água. Deixe a infusão agir por 3 dias, mantendo-a em um local seco e a meia-sombra. Coe e dilua o extrato em 10 litros de água. Este preparado pode ser armazenado por alguns dias (em local seco e arejado) para pulverizações preventivas nas plantas a cada 15 dias.

JARDINAGEM AMADORA 6

CHÁ DE ANGICO – espanta pulgões

Ingredientes:

100 g de folhas de angico

1 litro de água

Modo de fazer:

Coloque as folhas de angico de molho na água por cerca de 10 dias, misturando diariamente. Coe o chá e guarde em uma garrafa tampada. Quando for utilizar em pulverizações, dilua uma parte do extrato em 10 partes de água.

REPELENTES

REPELENTE DE INSETOS 1 (Spray de Ambiente)

Misturar na seqüência e homogeneizar

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 80
2 Óleo essencial de citronela 7
3 Óleo essencial de Lavandim 3
4 Água 10

REPELENTE DE INSETOS 2 (Spray de Ambiente)

Misturar na seqüência e homogeneizar

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 80
2 Óleo essencial de Citronela 7
3 Óleo essencial de Menta 1,5
4 Óleo essencial de eucalipto globulus 1,5
5 Água 10

REPELENTE DE INSETOS 3 (Spray de Ambiente)

Misturar na sequência e homogenizar

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 80
2 Óleo essencial de Citronela 7
3 Óleo essencial de eucalipto globulus 1,5
4 Óleo essencial de Lemongrass 1,5
5 Água 10

REPELENTE DE MOSCAS SPRAY

Misturar 1,2,3 Adicionar 4.

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 80
2 Óleo essencial de Cravo 8
3 Óleo essencial de limão 2
5 Água 10

REPELENTE DE FORMIGAS SPRAY

Misturar os ingredientes e borrifar no caminho das formigas ou em volta do formigueiro

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 80
2 Óleo essencial de Canela Folha 10
3 Água 10

SABÃO

SABÃO CASEIRO

Material necessário

- 2 litros de óleo ou gordura

- 1/2 litro de soda cáustica líquida

- 1 1/2 litro de água

- 250ml de álcool

Passo-a-Passo

Use luvas de borracha para manusear os produtos do sabão. Coloque todos os ingredientes num balde e mexa com uma colher de pau ou um cabo de vassoura, por mais ou menos 45 minutos, até obter uma massa cor de creme e consistente (não vai ao fogo). Durante o processo, vai soltar um líquido. Quando isso acontecer, mexa mais devagar para não espirrar. Quando der o ponto jogue o líquido fora. Coloque o sabão em uma forma, risque o tamanho que desejar e deixe secar durante 8 dias. Use somente apos esse período. Guarde em lugar seco, longe de alimentos e do alcance de crianças. Obs.: quanto mais tempo demorar em usar mais claro o sabão vai ficando.

SABÃO LÍQUIDO

Material necessário

-1 litro de base para detergente

- 2 litros de água

- 150g. de Barrilha (Carbonato de Sódio) – aumenta o poder de alvejante

- 50ml de essência

- Corante a base de água

- 120g de sal de cozinha

Passo-a-passo

Dissolva a barrilha na água. Misture a base detergente. Coloque o sal até obter viscosidade. Acrescente a essência e o corante. Deixe descansar por 7 dias.

Obs.: Para fazer produtos de limpeza e muito importante a pessoa ter em casa um medidor, para não errar o ponto do produto.

Rendimento: 3 litros

SABÃO LÍQUIDO CASEIRO

Dissolva 1 kg de sabão de coco, cortado em fatias, em 1 litro de álcool 90° GL, junte 1 kg de óleo de coco, 500 g de potassa cáustica, 1 litro de glicerina e mais 2 litros de álcool 90 ° GL. Caso deseje um xampu, para lavar o cabelo, basta que se junte 100 ml de extrato de Quina.

SABÃO LÍQUIDO DE GORDURA DE COCO

Ingredientes – (sabão LÍQUIDO de gordura de coco – ideal para roupas delicadas em maquina de lavar roupas ou lavar louças na pia)

• 1.000 gr de gordura de coco

• 470 gr de lixivia potássica a 50° bé

• 2.500 de água filtrada (morna)

• 40 gr de perfume de essência

• 80 ml de álcool comum de farmácia

• 20 gotas de sumo de limão

Preparação da lixivia:

• Em um recipiente graduado, coloca-se exatamente 760 gr de potassa cáustica (compra-se em casas de produtos químicos), completa-se um litro com água filtrada, mistura-se com muito cuidado e deixa-se descansar (esta mistura provoca calor, “exotermia”).

• Separa-se desta solução os 470 gr que deverão ser misturados a gordura.

Modo de preparo:

Coloca-se a gordura previamente aquecida (calor suficiente para suportar ao tato 50° c aproximadamente), numa vasilha plástica, mistura-se inicialmente o álcool mexendo bastante (nunca faca isso perto do fogo aceso), muito lentamente, acrescenta-se a lixivia já separada, batendo sem parar, quando formar um mingau bem espesso coloca-se muito devagar a água morna e o perfume (sua preferência) continuando a bater por mais alguns minutos, ao notar que a mistura e estável (não separa) pare e deixe descansar, coloque as 20 gotas de limão (só 20 gotas) depois envase em frascos e use quando quiser.

É também, um ótimo produto para lavagem de louças na pia e é muito delicado para as mãos (não resseca).

Pode ser usado com ou sem perfume.

Se quiser um perfume natural e muito agradável, bastante comum na cozinha, descasca-se dois limões grandes um ou dois dias antes de fazer o sabão e deixa-se de molho nos 80 mililitros de álcool que serão usados na formula.

Se preferir, faça o mesmo com 12 cravos da Índia, ou até mesmo casca de limão e cravos da Índia juntos.

SABÃO DE COCO A FRIO

Ingredientes – (sabão de coco a frio):

• 01 kg de gordura de coco

• 1/2 kg de soda cáustica – (em solução de 38° bé)

• 02 lts de sal de cozinha – (em solução de 23° bé)

Modo de preparo – (soda):

Com uma balança confiável pesa-se com a maior precisão possível 450gr de soda cáustica comercial de ótima qualidade (muitas marcas deste produto são ineficientes), coloca-se em recipiente graduado até um litro (desses de medir farinha, arroz, óleo, água etc), lentamente sobre as escamas da soda deve-se ir colocando água em jato fino (através do bico de um bule de café por exemplo), exatamente em um litro parar de colocar água.

• Se for medido pelo areometro, o valor que se encontra será muito próximo de 38°bé.

Para o sal:

• Da mesma forma que se procedeu para a soda, pesa-se 210 gr de sal de cozinha de boa qualidade (refinado é mais fácil, mas sal grosso é o mais comum), colocar no recipiente graduado (medidor plástico de cozinha), completar com água até um litro de solução, bata com uma colher até não ser notado mais nenhum sinal de sal sólido na solução, separar e preparar outra dose para completar os dois litros da receita.

Obedecer rigorosamente às medidas, ou o produto não sairá perfeito!!!

Faça o sabão agora, é uma verdadeira brincadeira, em uma bacia plástica derrama-se o óleo de coco levemente aquecido (mais ou menos 50°C no máximo, temperatura agradável ao tato), pega-se o recipiente com soda e, muito lentamente vai se misturando ao óleo batendo sempre sem parar e com muito cuidado para não espirrar.

Enquanto ainda estiver mexendo, logo apos terminar de colocar a soda, coloca-se bem devagar a solução salina sem parar de bater, quando se notar que a massa está consistente como um “pudim” e já oferece resistência a colher que mexe a mistura, esta na hora de envasar nas formas (de plástico ou madeira, evitar vidro e nunca usar alumínio) e deixe curar até o fim, o ideal será acomodar as formas em lugar que mantenha o calor como uma “estufa”, num forno desligado por exemplo e esta pronto o sabão, basta esperar algumas horas ou mesmo de um dia para outro e com certeza não se comprara mais os produtos que anunciam no mercado, pois que este fica muito melhor.

SABÃO DE COCO CASEIRO

Material necessário

- 2 litros de banha ou óleo

- 2 litros de água quente (não precisa ferver)

- 2 colheres de trigo (bem cheia)

- 500ml de soda líquida

- 400ml essência de coco

Passo-a-passo

Num balde de plástico, coloque o óleo, a água e o trigo já misturado em um pouco de água para não empelotar. Coloque a soda por último. Bata bem, por 20 minutos. Coloque numa bacia plástica e deixe descansar por 24 horas. Depois de 24 horas corte os pedaços do tamanho que quiser.

Obs.: o sabão tem que ficar bem branco.

SABÃO EM PASTA

Ingredientes:

• 01 pedra do sabão do coco

• 01 pedra do sabão comum

• 01 litro de água

• 04 colheres de sopas de vinagre

• 04 colheres de sopas de açúcar

• 04 colheres de sopa de detergente

Modo de preparo:

• Rale “grosso” o sabão de coco e o sabão comum. A parte aqueça bem (sem ferver) a água, desligue o fogo, jogue os sabões dentro, tampe e deixe de molho pelo menos 04 horas.

• Leve ao fogo baixo, mexendo (sem ferver) até derreter por completo.

• Desligue o fogo e acrescente o vinagre, o açúcar e o detergente.

Misture bem e coloque em potes de margarina.

Nota: este sabão enquanto quente é LÍQUIDO, conforme esfria vai ficando cremoso.

SABÃO EM PEDRA

Ingredientes:

• 02 litros de água

• 02 litros de óleo reciclado

• 04 litros de sebo

• 04 litros de álcool

• 01 kg de soda cáustica

• 04 colheres de sopa de glicerina líquida

Modo de Fazer:

Diluir o sebo (antes de usar).

Misture água, sebo e o óleo, junte a soda cáustica e mexa até dissolver bem.

Acrescente o álcool e as 4 colheres de sopa de glicerina e mexa sem parar até dar uma cor avermelhada e espumar.

Mexa mais um pouco para a cor de vermelho mudar para a cor de mel.

Coloque em uma forma e deixe endurecer, corte no tamanho que quiser.

Rendimento: 50 pedaços mais ou menos (tamanho padrão)

SABÃO EM PÓ DE FABRICAÇÃO DOMÉSTICA

Ingredientes:

500 gr de gordura vegetal hidrogenada

300 gr de amido de milho

75 gr de soda cáustica em escamas

60 ml de água

100 gr de silicato de sódio

150 gr de carbonato de sódio

Modo de Fazer:

Misture água na soda, bata bem, acrescente o silicato na solução obtida e mexa até ficar homogêneo, separe.

Aqueça a gordura e misture o amido, bata bem ou coloque no liquidificador, deposite em uma vasilha plástica de boa resistência ao calor, misture a solução de soda à gordura nesta vasilha, bata bem. Em seguida jogue o pó de carbonato e não pare de bater.

Para reagir um pouco mais rápido é possível colocar por três minutos no microondas regulado no máximo, retire e continue batendo por mais ou menos 1 hora, quando começar engrossar deixe descansar por 20 min.

Em seguida dê uma revirada energética na massa e deixe descansar novamente, no dia seguinte estará pronto para quebrar e formar um pó.

Este produto pode ser fabricado com sebo animal ou óleo de soja de cozinha, apenas se deve Ter mais paciência para bater pois a reação é bem mais lenta.

SABÃO RECICLADO P/ LAVAGEM DE ROUPAS E LIMPEZA

Material Necessário

Água

1 colher de sopa de sal

1 colher de sopa de vinagre

Sobras de sabão ou sabonete

Preparo:

Junte as sobras do sabão em um pote e encha de água até cobrir. Estando tudo muito bem dissolvido, acrescente o sal e o vinagre, continuando mexer atingir um ponto grosso. Retire da panela e despeje em uma superfície reta , corte em retângulos e utilize.

SACHÊS

SACHÊ PERFUMADO DE PARAFINA 1

Ingredientes da fase A:

- 250 g de parafina

- Corante, opcional, a base de óleo ou giz de cera -10 g de estearina ou ácido esteárico

Ingredientes da fase B:

- 5 ml de essência

- 3 ml defixador

Acabamento:

- Tule

- Laços de fita

Passo a passo:

Dissolva os ingredientes da fase A em banho-maria. Retire do aquecimento e adicione a essência e o fixador, nesta ordem. Coloque em formas de sua preferência e deixe endurecer. Envolva em tule e fitas, decorando a sua escolha.

SACHE PERFUMADO DE PARAFINA 2

Material:

-1 kg de parafina

- 20 ml de corante óleo

- 50 ml de essência

Modo de fazer:

Derreta a parafina em banho-maria, retire do fogo e deixe esfriar um pouco. Acrescente a essência e o corante. Coloque em formas de PVC.

Decoração: coloque em um recipiente uma porção de flores desidratadas, entre elas: hortência, sempre-viva, samambaia etc. Além de usar flores desidratadas, você também pode usar ervas secas. Mas, não utilize essência porque as ervas já possuem cheiro característico. Caso você opte por flores secas, utilize essências. Acondicione os saches em saquinhos de tule, organiza, cestinha de vime ou caixinha de madeira e decore com fitas coloridas.


SHAMPOO

SHAMPOO AUTOMOTIVO

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

H2O 88,9 5%
Tripolifosfato de Sódio -STPP 1,25%
Ácido Sulfônico PBC V1 90% 5,0%
Amida PBC 1,5%
Silicato de Sódio Alcalino 1,70%
LESS 1,25%
Formol 0,10%
Cloreto de Sódio 0,25%
Corante QSP%
Essência QSP%
Total 100%

1. Sob agitação constante, dissolver o Tripolifosfato de Sódio em 20% de H2O

2. Juntar o Silicato de Sódio Alcalino ao restante de H2O e adicionar a mistura.

3. Em seguida, adicionar o ácido sulfônico PBC V1 90%; após homogenizar, adicionar a Amida PBC e Less; após homogenizar, acertar o ph em 8,0.

4. Em seguida, adicionar formol, cloreto de sódio, corante e essência

SHAMPOO PARA CARRO

Ingredientes – (shampoo para carro):

• 500 ml de detergente neutro com corante

• 125 ml de água

• 25 ml de lauril

• 01 ml de essência

• Cloreto de sódio (sal de cozinha)

Preparo básico:

Em um recipiente coloque a base detergente, acrescente a água e mexa bem. Após adicione o lauril e a essência mexendo novamente. Adicione sal até obter a viscosidade desejada.

SHAMPOO PARA CÃES

Material:

Fase A % Peso
Laurion N 23,00
Betaion CAPB 5,00
Zonen Ml 0,05
Silkion 2,00
Fase B % Peso
Alkalan K 90 3,00
Essência Q.S
Fase C % Peso
Água desmineralizada q.s.p 100%
Glucamate DOE -120 0,80
Fase D % Peso
Ácido Cítrico q.s.p pH = 6,0 – 6,5
Nacl q.s.p viscosidade desejada

Passo a Passo:

- Misturar um a um os itens da fase A.

- Adicionar a fase B sobre a fase A, previamente solubilizada.

- Aquecer a fase C até completa solubilização, resfriar e adicionar sobre a fase A+B.

- Fazer os ajustes necessários na fase D e homogeneizar.

SPRAY

SPRAY AMBIENTAL(PUREZA)

SPRAY AMBIENTAL (AMBIENTE)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Laranja 2
3 Óleo essencial de Ylang Ylang 1,5
4 Óleo essencial de Gerânio 1,5
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (RESPIRAÇÃO)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Pinho Sibéria 1
3 Óleo essencial Eucalipto Globulus 3
4 Óleo essencial de Menta Arvensis 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (ENERGIZANTE)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Menta Arvenis 3
3 Óleo essencial de Rosemarinho 1,5
4 Óleo essencial de Tomilo Branco 0,5
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (LIMPEZA)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Menta Arvenis 3
3 Óleo essencial de Rosemarinho 1,5
4 Óleo essencial de Tomilo Branco 0,5
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (JÓIAS)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Laranja 2
3 Óleo essencial de Limão 1
4 Óleo essencial de Rosemarinho 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(AÇUCARADO)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Menta Spicata 3
3 Óleo essencial de Limão 1
4 Óleo essencial de Laranja 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (ADOCICADO)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Mentas Arvensis 2
3 Óleo essencial de Limão 1,5
4 Óleo essencial de Tangerina 1,5
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (noturno)

Misturar 1,2,3,4 ,5 adicionar 6

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Patchouli 1,5
3 Óleo essencial de Geranio 1,5
4 Óleo essencial de Limão 1,5
5 Óleo essencial de Gengibre 0,5
6 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (NOITE)

Misturar 1,2,3,4, 5,6 adicionar 7

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Pachouli 1
3 Óleo essencial de Gerânio 1
4 Óleo essencial de Menta Spicata 1
5 Óleo essencial de Gengibre 1
6 Óleo essencial de Limão 1
7 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(focus)

Misturar 1,2,3,4,5 adicionar 6

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Rosemarino 2
3 Óleo essencial de Lemongrass 1,5
4 Óleo essencial de Cravo 1
5 Óleo essencial de Basilicão 0,5
6 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(VERÃO)

Misturar 1,2,3,4,adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Limão 2
3 Óleo essencial de Grapefruit 1
4 Óleo essencial de Canela Folha 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(CLARIAR)

Misturar 1,2,3,4,5 adicionar 6

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Lavandim 2,5
3 Óleo essencial de Menta Piperita 1,5
4 Óleo essencial de Rosemarinho 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(BRIZA)

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Geranio 2
3 Óleo essencial de Rosemarinho 1
4 Óleo essencial de Limão 1
5 Óleo essencial de Grapefruit 1
6 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (MINT)

Misturar 1,2,3,4 e acrescentar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Limão 2
3 Óleo essencial de Menta Arvensis 2
4 Óleo essencial de Lemomgrass 1
5 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (clorofila)

Misturar 1,2,3,4,5,6 adicionar 7

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Lavanda 1
3 Óleo essencial de Lavandim 1
4 Óleo essencial de Laranja 2
5 Óleo essencial de Polit Grain 0,5
6 Óleo essencial de Limão 0,5
7 Água 10

SPRAY AMBIENTAL (melissa)

Misturar 1,2,3,4,5,6 adicionar 7

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Limão 1
3 Óleo essencial de Eucalipto Globulus 2
4 Óleo essencial de Lemongrass 0,5
5 Óleo essencial de Rosemarino 0,5
6 Óleo essencial de Lavanda 1
7 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(madeira)

Misturar 1,2,3,4,5,6,7 adicionar 8

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Cedro Virgínea 0,5
3 Óleo essencial de Patchouli 0,5
4 Óleo essencial de Sândalo Almiris 0,5
5 Óleo essencial de Lemongrass 0,5
6 Óleo essencial de Veltivert 1,0
Óleo essencial de Palmarosa 2
8 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(COZINHA)

Misturar 1,2,3,4,5,6 adicionar 7

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Laranja 2,5
3 Óleo essencial de Basiliscão 0,5
4 Óleo essencial de Rosemarino 0,5
5 Óleo essencial de Menta Arvensis 1
6 Óleo essencial de Gengibre 0,5
7 Água 10

SPRAY AMBIENTAL(DORMITÓRIO)

Misturar 1,2,3,4 adicionar 5

Fase Seq Produto Qte. (%)
1 Álcool neutro 85
2 Óleo essencial de Ylang Ylang 1
3 Óleo essencial de Gerânio 1
4 Óleo essencial de Lavanda 3
5 Água 10

OUTROS PRODUTOS

FLANELA PARA POLIR METAIS

Lenços de flanela, no tamanho desejado. Submerge em solução de sabão forte comum. Depois de torcido e seco, passe por uma solução:

500 g de alumem;

150 ml de água pura para dissolver.

Retire e seque.

Recomendação: Recomende não lavar. Coloque a flanela em envelope impermeável.

GRAXA PARA SAPATOS

- 40 g de cera de abelha;

- 6 g de cera de carnaúba;

- 150 ml de água raz;

- 2 ml de anilina da cor desejada;

- 2 ml de essência de mirbana.

Em banho-maria, misture bem e enlate.

LIMPA ALUMÍNIO PARA LIMPEZA DE PANELAS E BOCAS DE FOGÃO

Material:

1 litro de concentrado de limpa alumínio (encontrado em casa de produtos

químicos)

5 litros de água

Passo a passo:

Misture muito bem os ingredientes.

LIMPA TAPETES E CARPETES

MATERIAL

-1 litro de álcool

- 2 litros de água

-1/4 xícara de amônia

-1/4 xícara de vinagre

MODO DE FAZER

Misture bem todos os ingredientes.

Varra bem ou aspire o carpete ou tapete.

Com um pano umedeça e esfregue, enquanto úmido, escove bem. Deixe secar.

LIMPA VIDROS 1

Material necessário

- 700ml de álcool

- 15ml de detergente neutro

- 10ml de amoníaco

- 2ml de essência

- 273ml de água

- Corante álcool Q.S.P.

- 10ml de butil glicol

Passo-a-passo

Dissolva a essência no álcool. Coloque o detergente, o amoníaco, o butil glicol, a água e por fim o corante.

Rendimento: 1 litro

LIMPA VIDROS 2

Material:

- 400 ml de butil glicol

-100 ml de genapol ou texapon

- 9,5 L de água

Passo a passo:

Misture todos os ingredientes, mexa bem e guarde em um recipiente de plástico.

Se quiser, acrescente corante azul e essência a gosto.

LIMPADOR MULTI USO

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

H2O 87,8%
Ácido sulfônico PBC V1 90% 2,0%
Nonil Fenol Etoxilado 9,5 mol 0,5%
Butilglicol 4,0%
Álcool Etílico 96% 4,0%
Hidróxido de Sódio 50% 0,3%
Formol 0,2 %
Hidróxido de Amônio 0,2%
Corante QSP
Essência QSP
Total 100%

1 – Sob agitação constante, adicionar o Ácido Sulfônico PBC V1 90% ao H2O até a homogeneização.

2 – Acertar o ph 9,5 com o Hidróxido de Sódio 50% e Hidróxido de Amônio, em seguida, adicionar o Formol,

3 – Juntar o Nonil Fenol Etoxilado 9,5 mol, Butilglicol e Álcool Etílico 96% e adicionar a mistura; finalmente, adicionar o Corante e Essência.

LIMPA BAÚ

FÓRMULA INDUSTRIAL BÁSICA

H2O 80,5%
Ácido sulfônico PBC V1 90% 7,5%
Ácido Fluorídrico 8,0%
Ácido Muriático 4,0%
Corante QSP%
Total 100%

1. Sob agitação, adicionar o Ácido Sulfônico PBC V1 90% ao H2O até a homogeneização.

2. Adicionar o Acido Fluorídrico e em seguida o Acido Muriático e Corante.

LIMPA-TUDO SEM AMONÍACO

Ingredientes – (limpa-tudo sem amoníaco):

• 25 mi de butil glicol

• 03 ml de lauril

• Corante água

• 500 ml de água

Modo de preparo:

Em um recipiente, coloque a água e junte o butil glicol, agite bastante para que ele se dissolva por completo. Em seguida adicione o lauril e o corante, mexa bem.

LIMPADOR MULTIUSO

MATERIAL:

- 3 litros de concentrado de detergente neutro

- 250 g de butil glicol

- 20 litros de água

- 20 g de soda líquida

- Essência (de sua preferência)

PREPARO:

Misturar bem o detergente concentrado com água. Acrescentar a soda liquida e o butil glicol. Após, mexer e acrescentar a essência na quantidade desejada

LÍQUIDO PARA PASSAR ROUPA

Ingredientes:

01 copo americano de álcool

01 copo americano de amaciante de roupa branco

03 colheres de chá de goma para roupa completar com 02 litros de água

LUSTRA MOVEIS

Material:

-1/3 de terenbetina

-1/3 de xícara de chá de vinagre branco

-1/3 de xícara de chá de óleo de linhaça fervido

Passo a passo:

Misture tudo muito bem.

Aplique com um pano seco e lustre com uma flanela.

PASSE BEM

MATERIAL

-1 copo de amaciante

-1 copo de álcool

-1 copo de água

MODO DE FAZER:  Misture todo o material e coloque em um frasco borrifador.

PRODUTO PARA PASSAR ROUPAS

Material:

-1 copo de água

-1 copo de álcool

-1 copo de amaciante

- 2 colheres de sopa de amido de milho

Modo de Preparo:

Misture bem todos os ingredientes e aplique.

PASTILHAS PARA ROUPAS

- 10 g de cânfora;

- 20 g de pimenta moída;

- 5 ml de essência de cravo;

- 115 g de parafina.

Leve tudo ao banho-maria, depois forme pastilhas.

PÓ LAVA ROUPA

1 kg de sabão neutro de coco;

600 g de carbonato de sódio;

400 g de borato de sódio.

Misture tudo muito bem e passe por peneira, para que fique um pó fino.

Guarde em pequenas caixas de papelão.

POLIDOR DE PRAIA

- 50 g de bicarbonato de sódio

- 30 g de talco fino.

Modo de Preparo: Misture tudo.

TIRA MANCHAS DE TAPETE

Material:

-1 copo de vinagre

- 2 colheres de sopa de amoníaco

Passo a passo:

Para manchas simples passe apenas um pano embebido em vinagre.

Para as manchas mais fortes misture muito bem o vinagre e o amoníaco e passe no tapete e/ou carpete.

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES

As perguntas mais freqüentes relacionadas à área de saneantes estão disponíveis nesta subseção. Aqui você pode tirar suas duvidas sobre laudos, solicitação de Certidão de Registro, além de procedimento sobre a aplicação de saneantes.

1) Matéria-prima é registrada e/ou notificada?

R.: Se a matéria-prima tiver finalidade de saneantes domissanitários, será necessário seu registro e/ou notificação.

2) Onde o produto Saneante é aplicado?

R.: Somente em superfícies inanimadas, não podendo haver contato com a pele.

3) O que é uma Empresa Especializada?

R.: Empresa autorizada pelo poder publico para efetuar serviços de controle de vetores e pragas urbanas.

4) Onde devo protocolar o meu pedido de registro e/ou notificação? No Estado ou em Brasília?

R.: O protocolo pode ser efetuado tanto no Estado como em Brasília. O que e importante saber e que em Brasília fica situado o Protocolo Central da ANVISA, portanto, caso o pedido seja protocolado no Estado, certamente o Estado o enviara para o Protocolo Central.

5) Qual o prazo para que o registro e/ou a notificação sejam aprovados?

R.: Caso os documentos estejam de acordo com a Legislação vigente, o prazo para que a Gerência – Geral de Saneantes tem para publicar o registro e de 60 (sessenta) dias e para notificação é de 30 (trinta) dias.

6) Como devo proceder para conseguir uma Transferência de Titularidade?

R.: Não existe este procedimento em Saneantes Domissanitários.

7) Desejo acrescentar outra essência /corante no meu produto. É necessário solicitar outro Laudo para o produto?

R.: A alteração de essência ou corante de um mesmo produto não é necessário a apresentação de outro Laudo.

8) Como solicitar uma Certidão de Registro?

R.: A Empresa devera protocolar os seguintes documentos: Cópia do ultimo pleito solicitado (formulários de petição); Copia da ultima publicação de registro

GANHE DINHEIRO LIMPANDO CAIXAS D’ÁGUA.

É muito importante fazer periodicamente a manutenção e limpeza de caixas e reservatórios, para que a qualidade da água abaixo.

Aqui mostraremos passo a passo como fazer você mesmo a limpeza de caixas d’água. É bem simples. É importante lembrar que todos os materiais utilizados devem estar bem limpos.

Não use sabão, detergente ou escova de aço.

Materiais utilizados para limpeza e desinfecção da caixa d’água.

1 – escova (não utilizar escova de aço)

2 – esponja

3 – balde plástico e caneco

4 – desinfetante – água sanitária

Obs.:  Todos os materiais devem estar limpos (Não use detergente ou sabão)

ROTEIRO PARA A LIMPEZA DE CAIXAS D’ÁGUA

1. Fechar a entrada de água na bóia ou no registro do cavalete.

2. Abrir as torneiras, registros e acionar a descarga do banheiro para esvaziar a caixa, sem agitar a sujeira do fundo. Deixar aproximadamente 15 cm em volume de água no fundo da caixa.

3. Fechar as torneiras. Com um pedaço de esponja, tampar a tubulação de saída da água na caixa, evitando assim a entrada de qualquer sujeira na tubulação.

4. Esfregar suavemente as paredes com uma esponja ou escova para a remoção da sujeira. Retirar a água suja com auxílio de baldes, pano ou esponja. Não utilizar escova de aço.

5. Colocar 100 ml, de água sanitária em um balde com 10 litros de água. Enxaguar todas as paredes da caixa com a solução preparada, deixar agir por 30 minutos e enxugar o excesso acumulado no fundo.

6. Retirar o tampão (esponja) da tubulação de saída. Pronto! Sua caixa d’água está limpa e desinfetada.

7. Deixar entrar água nova na caixa e em seguida abrir todas as torneiras por 5 minutos para eliminar a água velha que esta nas tubulações. A água já pode ser utilizada.

Obs.: limpar e recolher a tampa.

IMPORTANTE

Informe seu cliente que para garantir a qualidade da água fornecida, deve fazer a cada 6 meses a limpeza de sua caixa d’água ou cisterna.

CURSO DE TRATAMENTO DE PISCINAS

Curso de tratamento de água para profissionais em piscina.

Você com certeza já se deparou com uma piscina com a água inadequada ao uso e esteticamente feia. Neste curso vamos entender porque isto acontece e estudar como evitar esta situação. Vamos estudar também como controlar a limpidez e a pureza da água, como escolher os produtos mais adequados para cada determinado tipo de piscina, considerando não o volume de água e suas características físico químicas, mas também fatores tais como:

• Se a piscina esta ou não ao ar livre;

• Se a água e ou não aquecida;

• Se a piscina tem alta ou baixa freqüência de banhistas;

• Se é usada ininterruptamente ou não;

• Se é revestida de azulejo, fibra, vinil ou outro material.

Com os avanços tecnológicos e a diversificação dos produtos já se pode definir produtos específicos que melhor se adaptam a cada caso, otimizando os resultados e o custo do tratamento.

Porque devemos tratar a água das piscinas ?

a) Para manter a beleza e transparência da água;

b) Para evitar a proliferação de algas;

c) Para destruir bactérias e outros microorganismos que causam doenças;

d) Para eliminar odores desagradáveis;

e) Para destruir e remover materiais orgânicos e inorgânicos, que contaminam a água (ex.: poeira, folhas, insetos, bronzeador, urina, suor).

Conceitos Importantes:

a) O que significa pH?

É a medida da acidez ou alcalinidade do produto.

pH = 7 (neutro)

pH > 7 (alcalino) Ideal: pH entre 7,4 a 7,6

pH<7(ácido)

Ácido neutraliza base: pH > 7 adicionar acido (Hidro PH-)

Base neutraliza acido: pH < 7 adicionar base (Hidro PH+)

b) O que e demanda de cloro ?

É a quantidade de derivado clorado consumido para oxidar a matéria orgânica presente na água.

c) O que e cloro residual total ?

E a quantidade de cloro que sobra apos o consumo.

Ex.: Adicionar 3 ppm de cloro a noite. No dia seguinte o teor e – 1 ppm. Demanda = 3-1=2 ppm cloro residual total = 1 ppm

Como controlar o pH e o cloro residual?

o no mínimo 1 vez por semana um estojo de testes ou fita de pH e cloro Pooltest).

e) O que e Alcalinidade Total?

É a resistência oferecida pela água a variação do ph.

Águas com alcalinidade entre 80 e 120 ppm apresentam uma ótima condição de equilíbrio químico, melhorando a ação dos produtos utilizados.

f) Como medir e controlar a Alcalinidade Total?

Usando 1 vez por mês o estojo de testes para medir alcalinidade.

Adicionar PH ESTAVEL sempre que necessário, acertar o teor de alcalinidade.

O processo de tratamento deve obedecer as seguintes etapas:

Determinação das características específicas da piscina;

Clarificação da água através da retirada dos materiais em suspensão

3) Eliminação dos microorganismos que podem causar doenças

4) Criar as condições para a manutenção da água química, bacteriológica e esteticamente ideais ao uso.

c) O que e cloro residual total ?

É a quantidade de cloro que sobra após o consumo.

Ex.: Adicionar 3 ppm de cloro a noite. No dia seguinte o teor é = 1 ppm.

Demanda = 3-1=2 ppm cloro residual total = 1 ppm

d) Como controlar o pH e o cloro residual?

Usando no mínimo 1 vez por semana um estojo de testes ou fita de pH e cloro (p/ex. Pooltest).

e) O que e Alcalinidade Total?

É a resistência oferecida pela água a variação do pH.

Águas com alcalinidade entre 80 e 120 ppm apresentam uma ótima condição de

equilíbrio químico, melhorando a ação dos produtos utilizados.

f) Como medir e controlar a Alcalinidade Total?

Usando 1 vez por mês o estojo de testes para medir alcalinidade.

Adicionar PH ESTÁVEL sempre que necessário, acertar o teor de alcalinidade.

O processo de tratamento deve obedecer as seguintes etapas:

Determinação das características especificas da piscina;

Clarificação da água através da retirada dos materiais em suspensão

3) Eliminação dos microorganismos que podem causar doenças

4) Criar as condições para a manutenção da água química, bacteriológica e
esteticamente ideais ao uso.

ETAPA 1: DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DA PISCINA

Para iniciar o processo de tratamento de uma piscina precisamos colher as informações básicas necessárias à definição dos produtos mais adequados e de suas respectivas quantidades. Um erro na definição de uma ou mais destas características pode acarretar resultados muito ruins, às vezes desastrosos!

Estas características são:

  • Volume de água da piscina;
  • pH da água;
  • Alcalinidade Total;
  • Grau de exposição às intempéries;
  • Temperatura da água;
  • Grau de utilização da piscina;
  • Tipo do revestimento da piscina.

Cálculo do volume do Água da Piscina

Para que o tratamento possa se iniciar precisamos obter o volume de água a ser tratada. Só assim poderemos aplicar a dosagem correta dos produtos químicos necessários.

Determinação do pH

O pH é a medida da acidez da água. Se o pH=7 a água é neutra. Se o pH e > 7 a água e básica e se o pH for < 7 a água e ácida. O ajuste do pH torna a água agradável, não irritante a pele, olhos e mucosas além de criar condições estáveis para ação dos produtos desinfetantes. O pH da lagrima se situa próximo a 7,0.

Determinação da Alcalinidade Total

A Alcalinidade Total pode ser definida como a resistência oferecida pela água à variação do pH. É determinada pela soma dos íons, carbonatos e bicarbonatos existentes na água. Seu nível ideal situa-se entre 80 e 120 partes por milhão.

Grau de Exposição às Intempéries

Piscinas expostas às intempéries estão mais sujeitas a contaminação devido a chuvas, insetos e poeira. Além disso, sob a ação do sol, o derivado clorado utilizado para purificar a água se perde por volatilização. Estas perdas de proteção aliadas a chuvas repentinas podem acarretar variações bruscas na qualidade da água. Por este motivos piscinas ao ar livre devem utilizar um purificador não suscetível a degradação pelos raios solares.

Temperatura da Água

Águas aquecidas devem ser tratadas de forma diferenciada daquelas sem aquecimento. Águas aquecidas favorecem a proliferação dos microorganismos causadores de doenças, além de aumentar a produção de suor dos banhistas, permitindo que apareçam incrustações provenientes da presença de íons cálcio. Não se indica a utilização de produtos à base de cálcio no tratamento da água.

Grau de Utilização

Piscinas com alta freqüência e com uso quase ininterrupto, tais como piscinas de clubes e escolas de natação, devem ser tratadas de forma diferenciada não só no que se refere à escolha do purificador como na forma com que estes produtos serão dosados.

Tipos de Revestimentos das Piscinas

A evolução e a diversificação dos materiais de revestimento e estrutura das piscinas acarretou problemas de incompatibilidade entre os produtos usados na desinfecção e estas estruturas. Piscinas fabricadas com resinas orto e isoftalicas sobre tecido ou manta de fibra de vidro ou ainda piscinas fabricadas com manta plástica de vinil, só devem ser cloradas com Dicloro Isocianurato de Sódio – Hidrosan Plus. Os demais tipos de cloro podem acarretar manchas e descoloramento da superfície.

Apos a correta verificação das características específicas da piscina a ser tratada poderemos escolher os produtos mais adequados e que lograrão resultados mais eficientes, maior segurança aos usuários além de economia de trabalho e dinheiro.

A seguinte etapa é a de:

ETAPA 2: CLASSIFICAÇÃO DA ÁGUA

Esta etapa consiste na retirada da parte sólida, matéria morta, em suspensão na água, de forma que ela fique cristalina. Para esta função deve ser utilizado o produto Hidrofloc.

** Hidrofloc e inócuo a saúde e age atraindo eletricamente as partículas em suspensão. Cada molécula de Hidrofloc age como se fosse um imã. Devido a sua característica exclusiva ,de altíssima eficiência, é indicado para o tratamento de água potável, é utilizado na purificação da água para consumo humano em diversos paises do mundo.

O primeiro passo para a clarificação consiste no ajuste da Alcalinidade Total entre 80 e 120 ppm utilizando-se para isso PH Estável, se necessário, e do pH entre 7.4 e 7.6, utilizando-se Barrilha. O ajuste da Alcalinidade Total e do pH nesta faixa melhora a performance do floculante, auxiliando a decantação.

a) Acertar a alcalinidade da água ( PH ESTAVEL)

b) Ajustar o pH para 7,6 ou mais (pH+)

O ajuste do pH para menos deve ser feito após a aspiração do fundo, se ainda for necessário.

c) Adicionar o floculante HIDROFLOC, previamente diluído em um balde com água.

d) Recircular a água por 6 a 8 horas.

e) Deixar em repouso por 24 horas e colocar para filtrar novamente por 6 horas.

Obs.: Freqüentemente a decantação se inicia após o inicio desta fase.

f) Aspirar o fundo drenando a sujeira.

Podemos afirmar agora que esta água esta saudável ?

ETAPA 3: ELIMINAÇÃO DOS MICROORGANISMOS CAUSADORES DE DOENÇAS.

A clarificação da água não elimina os microorganismos causadores de doenças ou responsáveis pelo desenvolvimento de algas. Para a garantia de uma água verdadeiramente descontaminada e necessário que se faça a desinfecção da mesma.

Para entendermos melhor o que acontece com a água vamos fazer uma analogia. Imagine que o leite contido em uma jarra e a água de sua piscina.

Se deixarmos este leite sobre a pia ele se contaminará e se estragara (ficará azedo).

O mesmo acontece com a água da piscina. Uma bactéria contida no leite ou na água da piscina se multiplicará rapidamente e, ao cabo de 8 horas, já serão aproximadamente 1.000.000 de bactérias.

Para fazermos uma desinfecção inicial neste leite ou, no caso, na piscina, precisamos de um agente microbicida. No caso do leite, vamos fervê-lo por alguns minutos a aproximadamente 100°C, desta forma as bactérias serão eliminadas.

Na água da piscina iremos fazer uma operação semelhante oxidando (queimando) os microorganismos quimicamente. Chamaremos esta operação de Dosagem de Choque ou Supercloração. Com isso vamos eliminar não só os microorganismos mas também a matéria orgânica presente na água.

Para a dosagem de choque devemos escolher um tipo de cloro que tenha boas características para esta finalidade.

As características principais são:

CARACTERÍSTICAS IDEAIS DO CLORO USADO NA DESINFECÇÃO AO BREAK-POINT

1)Alta solubilidade;

Formação de ácido hipocloroso;

Alto teor de matéria ativa;

Baixo custo;

Baixo teor de insolúveis;

Praticidade no uso.

Ser estabilizado.

Para auxiliar na escolha do produto ideal para cada aplicação foi criada uma tabela comparativa entre os diversos tipos de derivados clorados existentes. Nesta tabela cada característica recebe uma pontuação de 0 a 4 pontos conforme o item analisado e conforme os dados fornecidos pelos fabricantes.

TABELA COMPARATIVA DE CLORO

Assim sendo concluímos que os produtos ideais para a desinfecção ao Break-Point são o Dicloro Micro Granulado (Hidrosan Plus) e o Dicloro Granulado (Hipoclor).

Uma vez selecionados os tipos ideais de produto, procedemos da seguinte maneira:

Aplicamos aproximadamente 15 gramas de derivado clorado pata cada metro cúbico de água a ser tratada, preferencialmente no final da tarde e ligamos o filtro por 6 a 8 horas de forma a promover a homogeneização.

ATENÇÃO: No caso de piscinas revestidas de Fibra ou Vinil usar apenas Dicloro (Hidrosan Plus) para evitar o alvejamento da superfície.

Feito isso será necessário aguardar que o teor de cloro residual seja reduzido para no máximo 3 ppm antes de utilizar a piscina.

Agora podemos afirmar que a água encontra-se livre de microorganismos causadores de doenças, assim como o leite que acabou de ser fervido, não oferecendo risco na ingestão.

Resumindo:

  • DESINFECÇÃO DA ÁGUA
  • SUPERCLORAÇÃO

Adicionar 15 gramas de derivado clorado granulado de Hipoclor Granulado ou Hidrosan Plus) por m3 de água.

Recircular por 2 horas;

Esperar o teor de cloro residual baixar a 3 ppm para usar a piscina.

Vamos neste ponto fazer uma revisão:

1º – Determinamos as características da piscina ;

2° – Retiramos da água toda sua sujeira morta;

3º – Ajustamos a Alcalinidade Total e o pH;

4° – Desinfetamos a água eliminando toda matéria orgânica, cloraminas inorgânicas e microorganismos.

E agora acabou? A piscina esta pronta para o uso?

Sim, porém agora é que começa a parte mais difícil na manutenção de uma piscina.

É isso mesmo, o mais difícil é MANTER a água sempre química, física, bacteriologicamente apropriada ao uso.

ETAPA 4: MANUTENÇÃO DA ÁGUA ADEQUADA AO USO

Voltemos ao leite Imagine agora o que acontecerá com a jarra de leite que foi deixada aberta sobre a pia. Apesar de havermos eliminado todos os seus microorganismos, novos contaminantes serão trazidos pelo ar e o leite, amanha estará estragado. O mesmo fenômeno ocorre na piscina. Agentes contaminantes trazidos pela poeira, pelos insetos, pelas chuvas, pelas folhas e pelos banhistas voltarão a contaminar a água.

Para evitar que o leite se estrague podemos voltar a fervê-lo de tempos em tempos, oxidando as bactérias e recomeçando novamente o ciclo.

Podemos visualizar num gráfico o que acontecera:

Imagine agora se você beber o leite sem saber, um pouco antes dele ser fervido! Obviamente você irá ingerir uma grande quantidade de bactérias.

Se mantivéssemos, hipoteticamente, a jarra de leite fervendo estaríamos introduzindo nesse processo um agente purificador permanente que iria impedir a multiplicação das bactérias trazidas pelo ar. O gráfico então ficaria assim:

Tudo o que vimos para o leite se aplica à piscina. A diferença é apenas o agente desinfetante. No caso da piscina as bactérias serão eliminadas pela ação do cloro residual livre. Portanto o gráfico fica assim:

Todas as vezes que executamos um processo de desinfecção na piscina com derivado clorado não estabilizado, estaremos desinfetando a água de uma forma semelhante ao que fizemos com o leite.

Como o derivado clorado não estabilizado não esta mais presente na água apos às 10 horas da manha, a água ficara como o leite sobre a pia, DESPROTEGIDA.

Assim as bactérias encontrarão condições propícias para se multiplicar novamente. Pior ainda, o horário preferido pelos banhistas é aquele em que a temperatura ambiente é a mais alta ou seja, apos às 10 horas da manha!

Isto explica o incontável número de casos de contaminação principalmente otites, conjuntivites e micoses que ocorrem nas piscinas publicas e de clubes durante o verão. Doenças muito mais graves como a Hepatite B, altamente contagiosa, podem ocorrer nestas condições.

Por este motivo deve-se preferir produtos estabilizados que não são voláteis com o sol e permanecem na água protegendo seus usuários. O uso de cloro estabilizado equivale a manter o leite permanentemente no fogo. uma vez que o agente desinfetante estará sempre presente na água.

Para a medição da Alcalinidade Total e determinação da quantidade produto necessária deve-se proceder da seguinte forma:

Colhem-se 25 ml de água da piscina

Adicionam-se 3 gotas da SOLUÇÃO 2 – Indicador e agita-se;

Adiciona-se o numero de gotas necessária da SOLUÇÃO 1 para que a água contida no estojo mude da cor azul para vermelha. Para tanto se deve adicionar uma a uma as gotas agitando.

Com o número de gotas verifica-se na tabela gravada no estojo a quantidade de PH estável necessária a correção.

ATENÇÃO: O ajuste da Alcalinidade Total deve ser feito com PH ESTÁVEL. Não utilize
barrilha para elevar a Alcalinidade Total.

Depois de estabelecida a quantidade de PH Estável, distribui-se o produto pela piscina. Não é necessário pré dissolver.

Coloca-se para filtrar por 4 a 6 horas de forma a homogeneizar bem o produto.

O mesmo procedimento deve ser feito com a Barrilha . Leve caso o pH ainda esteja abaixo de ,4. A estabilização do pH só vai acontecer depois de pelo menos 24 horas da adição do bicarbonato e do Carbonato. Por isso é desnecessário fazer a leitura neste momento.

(Feito isso se dissolve 6 ml (por metro cúbico de água) de Hidrofloc em um ou mais baldes de água, espalhando-se pela superfície da água da piscina. Liga-se o filtro por 6 a 8 horas de forma a promover a homogeneização do Hidrofloc além de favorecer a formação dos flóculos.

A sujeira no fundo da piscina sob a ação de Hidrofloc deverá ser drenada sem passar pelo feltro. Esta operação deverá ser feita rápida e cuidadosamente de forma a minimizar a perda de água e a não levantar os flocos decantados do fundo da piscina. Basta agora ajustarmos seu pH entre 7,4 e 7,6 utilizando para isso Hidro PH+ ou Hidro PH-.

Resumindo:

FLOCULAÇÃO:

Para eliminar materiais em suspensão, que tornam a água turva e opaca.

Calcular o volume de água da piscina.

  • Piscina retangular:

volume m3 = comprimento x largura x profundidade media.

  • Piscina redonda:

Volume m3 = diametro x diametro x profundidade media x 0,785

  • Piscina oval:

Volume m3= diametro maior x diametro menor x prof. media x 0,785

Um gráfico semelhante ao de leite ao fogo aparece quando usamos cloro estabilizado.

Porém, neste caso, deve-se sempre levar em consideração fatores negativos como: Alto teor de cloro perto dos locais de retorno, dispêndio de energia para a bomba dosadora, dispêndio adicional de cloro que deve estar sendo permanentemente injetado na tubulação, amortização do investimento adicional e manutenção dos equipamentos de dosagem.

A escolha do produto ideal para a manutenção pode ser feita na tabela comparativa dos tipos de cloro .

As características ideais da desinfecção de manutenção são as seguintes:

CARACTERÍSTICAS IDEAIS DO DERIVADO CLORADO NA MANUTENÇÃO

Alta estabilidade do cloro residual livre.

Reduzida interferência no pH e na Alcalinidade Total .

Baixo teor do insolúveis p/ não turvar a água.

Alto grau de confiabilidade .

Eliminar algas sem o uso adicional de algicidas.

Ter praticidade no uso.

Ser estabilizado.

Não gerar incrustações.

Vamos mais uma vez recorrer a tabela comparativa dos diversos tipos de cloro

Entre os produtos adequados à manutenção, se destacam os seguintes:

  • Dicloro Granulado;
  • Tricloro em pó

Tricloro em tabletes

Dicloro Microgranulado (vinil e fibra)

Devemos agora selecionar aquele que melhor se prestará a característica específica de cada piscina, considerando fatores como praticidade, custo, grau de proteção, tipo de revestimento da piscina, etc..

O Tricloro em pó HCL PLUS se presta a piscinas cujos proprietários preferem a cloração manual e diária oferecendo alto grau de proteção, isenção de insolúveis, durabilidade em estoque, baixo custo, baixa perda do cloro residual e altíssima proteção contra algas. O uso regular de Tricloro em pó ou tabletes praticamente elimina a necessidade do uso de algicidas.

Se a piscina for revestida de Vinil ou Fibra de Vidro só teremos uma opção , que e o uso do Dicloro granulado. Todos os outros podem manchar o revestimento.

No caso de piscinas revestidas de azulejo poderemos optar pela utilização de tabletes de tricloro que proporcionarão uma grande praticidade, uma vez que o uso deste tipo de cloro dispensa a cloração diária. A cloração com tabletes deve ser sempre feita com o uso de cloradores do tipo CHLORMAX que dosam o cloro homogeneamente, diretamente na tubulação, além de não constituírem perigo para as crianças. CHLORMAX além de ser seguro elimina a mão de obra de cloração diária, podendo ser reabastecido em até 3 meses.

As dosagens médias recomendadas de cada produto são as seguintes:

HCL PLUS EM PÓ – 4 gramas por metro cúbico dissolvidas em um balde e aplicadas sobre a superfície da água diariamente.(piscinas residenciais)

HIDROSAN PLUS GRANULADO: 4 gramas por metro cúbico distribuídas sobre a superfície da piscina, sem a necessidade de se diluir previamente.(piscinas residenciais)

HCL 200 ou HCL 10: Utilizar um tablete de 200 gramas ou 15 tabletes de 10 gramas para cada 30.000 litros de água a ser tratada.

Um tratamento poderá excluir o outro desde que se mantenha um residual de cloro entre 1 e 2 ppm TODAS AS HORAS DO DIA, e em especial nos horários de maior freqüência.

A verificação periódica do pH e da Alcalinidade Total é de fundamental importância na manutenção do equilíbrio químico da água. Utilize Hidro PH+ e Hidro PH: para o ajuste do pH e utilize PH Estável para o ajuste da Alcalinidade Total.

Caso necessário aplique semanalmente Algicidas de Choque ou de Manutenção de forma a eliminar ou impedir o aparecimento de algas.

Mesmo com o uso regular de derivados dorados e de algicidas o acúmulo de agentes contaminantes trazidos pelos banhistas e pela própria natureza acabam formando produtos secundários que alteram teor de cloro residual total, mas que não tem nenhuma eficiência bactericida.

Estes produtos chamados de cloraminas inorgânicas, são formados pela combinação da matéria orgânica nitrogenada e do derivado clorado e seus sintomas mais comuns são: cheiro de cloro na água e espuma. Para eliminar a cloraminas devemos fazer periodicamente uma cloração de choque, de preferência com um tipo de cloro adequado e diferente daquele que se está usando para a manutenção.

A utilização de Hidrofloc semanalmente auxilia a clarificação da água reduzindo o tempo de filtragem.

Para manter as bordas da piscina limpas e desengorduradas usar 1 vez ao mês, ou sempre que necessário, Limpa Bordas Hidrosan.

Resumindo:

Para evitar algas:

Usar semanalmente algicidas de manutenção.

HCL Algicida de Manutenção: 4 a 6 ml por m3 ou

Hidrosan 20 (Fibra/Vinil) : 2 a 4 ml por m3

2) Para eliminar algas em piscinas contaminadas:

HCL Algicida de Choque: 6 ml por m3 ou

Hidrosan (Fibra/Vinil) : 2 gramas por m3

3) Para evitar contaminates de microorganismos:

Usar diariamente ou pelo menos dia sim, dia não.

Hipoclor Granulado: 4 gramas (piscinas residenciais) por m3 ou

HCL Plus Estabilizado:…4 gramas (piscinas residenciais) por m3 ou

Hidrosan Plus :4 gramas (piscinas residenciais) por m3.

Para manter as bordas da piscina limpas e desengorduradas:

Usar 1 vez por mes:

Limpa Bordas Hidrosan: esfregar com esponja as bordas.

Para manter o equilíbrio químico da água e evitar alterações de pH:

Usar 1 vez por mês o Kit de controle da Alcalinidade!

Adicionar PH ESTÁVEL, se necessário aumentar a alcalinidade, e Hidro PH- se necessário baixar a alcalinidade .

Dica Importante: cada 20 gramas de PH ESTÁVEL por m3 de água aumenta a alcalinidade em 10 ppm.

ATENCÃO: pH alterando-se para cima e para baixo com facilidade e sinal de alcalinidade próxima de zero.

IMPORTANTE: Barrilha não e um produto indicado para corrigir a Alcalinidade Total.
_barrilha serve apenas para aumentar pH.

COMO OS DIVERSOS CLOROS PURIFICAM A ÁGUA:

Hipoclor Granulado + água Ac/do Hipocloroso + Acido Cianurico

(cloro estabilizado)

Hidrosan Plus + água Acido Hipocloroso + Acido Cianurico.

(cloro estabilizado) (estabilizador cloro)

HCL\Plus + água Acido Hipocloroso + Acido isocianurico.

(cloro estabilizado) (estabilizador cloro)

Hipoclorito de Cálcio 65% + água Acido Hipocloroso + Acido isocianurico.

(cloro estabilizado) (estabilizador cloro)

Cloro Liquido + água Acido Hipocloroso + Hidróxido de sódio.

Siga estas orientações e leia atentamente as instruções das embalagens. Além disso utilize sempre equipamentos de proteção quando manipular produtos químicos. Isto lhe garantirá uma piscina pura, saudável e cristalina.

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