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mai

curso de contra baixo

   Posted by: claudio

1.     O Contra Baixo

É importante que se tenha em mente que o contrabaixo é um instrumento de acompanhamento, sua principal característica e que não deve nunca ser esquecida. Deve-se sempre estar imbuído desse “sentimento de acompanhamento” para que o contrabaixo exerça sua função, que é intermediária entre o ritmo e a harmonia, sendo então um instrumento com uma função de equilíbrio dentro da música.

A função do contrabaixo “solista” é uma decorrência do tipo de música que se toque, mas para que se atinja a condição de solista, é preciso conhecer a base do instrumento, conhecer sua técnica, para que depois se desenvolvam outras aptidões.Considero que a base do estudo são a técnica e a leitura, pontos fundamentais por onde se adquirirá uma base sólida para posteriormente, naturalmente, se desenvolverem aptidões maiores e, principalmente, um estilo próprio de tocar.

Existe também um dado que considero importante é a parte psicológica do contrabaixo e do contra baixista. Existe uma transferência de funções entre o contrabaixo e o contra baixista e vice-versa. Sendo o contrabaixo um instrumento de equilíbrio dentro da música, esta é uma qualidade que se transfere para o contrabaixista.

O contrabaixista há que ser uma pessoa equilibrada, assim ele transferirá para sua música esse traço do seu caráter. Da mesma forma, uma pessoa desequilibrada emocionalmente assim tocará um estilo pessoal agradável e seguro.Normalmente, a própria função de equilíbrio desempenhada pelo contrabaixo na música, se transferirá para o contrabaixista, tornando-o mais seguro e equilibrado, e daí para diante se formará um círculo vicioso em que o instrumento ajuda o músico, o músico se torna mais seguro, tornando sua música mais equilibrada, e assim por diante.

A segurança se adquire primeiro através da educação de sua própria personalidade, depois através do estudo e da prática musical, tocando todo e qualquer tipo de música com o mesmo amor e interesse. Tudo é válido e necessário para o aperfeiçoamento próprio.Outra condição importante para o músico é o lado profissional. É muito importante procurar ser um bom profissional em todos os momentos de sua carreira. Sempre que estiver tocando, dê o máximo e o melhor de si, que só benefícios receberá em troca.

1.1.           A origem do nome contrabaixo

A origem do nome contrabaixo vem da classificação do instrumento em sua família. Geralmente a palavra contra e acrescentada ao nome do instrumento quando esse é o mais grave entre os membros de sua família. O contrabaixo é o instrumento mais grave da família do violino: violino, viola, violoncelo e contrabaixo.

O contrabaixo elétrico foi unia das modernizações tecnológicas, sonoras e de linguagem musical nos meados do século XX. Depois da criação da guitarra elétrica e do amplificador na década de 40 os músicos sentiram necessidade de um instrumento que pudesse ser facilmente amplificado e que além de possibilitar um transporte mais cômodo, permitisse um aperfeiçoamento da linguagem e sonoridade, pois o contrabaixo acústico era difícil de ser amplificado com os equipamentos da época e seu tamanho dificultava o transporte e a modernização da linguagem c sonoridade musical que estavam a todo vapor. Foi então que um lulhier (artesão, construtor de instrumentos musicais) chamado Léo Fender, lançou o primeiro contrabaixo elétrico o “Fender precisiont. O nome “precision” foi escolhido porque o instrumento possuía trastes na escala ao contrario do contrabaixo acústico, permitindo assim, que as notas fossem obtidas com “precisão”. O contrabaixo é afinado em intervalos de quarta justa entre suas cordas, seja ele de quatro cordas (mi, lá ré sol), cinco cordas (si, mi, lá ré e sol) ou seis cordas (si, mi lá rê sol e do). Essa afinação se dá uma oitava abaixo da afinação da guitarra, ou seja, mais grave, por essa razão o comprimento de sua escala é maior e seu corpo mais robusto.

1.2.           Partes do Contra Baixo

Iremos nesse capítulo fazer uma breve explanação sobre componentes do baixo elétrico. Esse conhecimento do instrumento é muito importante para seu aprendizado.

PONTE - Uma peça muito importante do baixo. Embora pareça que seja apenas um apoio para as cordas, é ela quem faz a transferência das vibrações da corda para a madeira do corpo. Em alguns baixos, as cordas não são presas na ponte, mas sim diretamente no corpo, visando um melhor aproveitamento dos graves.
CAPTADORES - Tem a função de transformar a vibração das cordas em som. Através da indução magnética, o som é captado e transmitido para a saída. Entre os vários modelos de captadores, os mais  comuns são o JAZZ (padrão Jazz Bass), precision e piezo.
CORPO - Responsável direto pelo timbre do instrumento. Assim como no violão existe a caixa acústica, o corpo do baixo é quem vibra, dando sustain e grave necessário ao baixo,
MÃO – É a parte onde se prende as cordas as tarraxa. Além de servir para fixação das tarraxas, tem muita influencia no equilíbrio do instrumento.

TARRACHAS - Responsável pela afinação do instrumento, merece cuidados especiais quanto à manutenção e conservação.
BRAÇO – Parte fundamental do instrumento, deve ser firme o suficiente e de madeira estável. Requer cuidados quanto ao uso do tirante, que é interno ao braço. Recomenda-se apenas pessoas qualificadas faça a regulagem deste.

TRASTES – São pequenas faixas de metal que se extendem ao longo do braço, são responsáveis pela limitação e localização das notas.

1.3. Afinando seu Contra-Baixo

Os acessórios mais importantes que você pode ter para afinar são seus ouvidos. Por isso eduque-os com paciência.

Para afinar o baixo temos que primeiramente acertar uma das cordas através do “Diapasão”, procure sempre manter seu instrumento no diapasão, esta é a melhor referência para seus ouvidos.

Existem três tipos de diapasão:

1) Diapasão de garfo - Emite a vibração da nota Lá.  Como a terceira corda do baixo solta é justamente a nota Lá basta acerta-la com o diapasão e depois, usando-a como referência afinar as demais cordas.Você vai perceber que o diapasão emite um Lá bem agudo enquanto a corda Lá do baixo é bem grave, no começo é um pouco difícil acertar as mesmas notas em oitavas tão distantes por isso aí vai uma dica:

Sem apertar a corda coloque o dedo suavemente sobre o traste à frente da quinta casa na corda Lá, isto produzirá um “Harmônico Natural”. Este harmônico é a nota Lá também. Agora fica mais fácil de comparar com o diapasão.

2) Diapasão de sopro – É um apito que emite o som da nota Lá na mesma altura da corda solta. Há também modelos com seis apitos, cada um emitindo o som de uma das cordas do violão.

3) Diapasão eletrônico – Este aparelho capta o som da corda e indica se está na altura correta ou não, mostra através de um led ou uma seta se é preciso tencionar ou afrouxar mais a corda até chegar na altura exata. Apesar de muito útil para shows ao vivo, palcos escuros, etc. este diapasão não deve ser usado como desculpa de quem não consegue afinar o instrumento, qualquer pessoa pode treinar o ouvido a ponto de reconhecer quando as notas estão igualadas e portanto afinadas.

Após adquirir um diapasão tenha o hábito de sempre manter seu instrumento devidamente afinado de acordo. Como sabemos este instrumento geralmente tem quatro cordas que devem ser contadas de baixo para cima, ou da mais fina para a mais grossa: a primeira é a corda sol, a segunda é a corda Ré, a terceira é a corda Lá e a quarta é a corda Mi. Como percebemos cada corda solta leva o nome de uma nota musical, memorize-as.

Supondo que você já tenha ajustado o som da terceira corda (Lá) com o diapasão a maneira mais comum de afinar o instrumento é igualando o som emitido quando se aperta a quinta casa de uma corda com o som da corda abaixo solta.

Veja o gráfico abaixo e interprete como as cordas de seu instrumento devem ser afinadas:

Primeira  corda  ( G )                                  0

Segunda  corda  ( D )                     0          5

Terceira  corda   ( A )          0          5

Quarta  corda     ( E )           5

Muita gente pode perguntar como ficaria no caso dos baixos de cinco ou de seis cordas. Simples. Vamos a resposta!

O baixo de cinco cordas recebe uma corda mais grave, a corda SI. A ordem das cordas fica então “Sol, Ré, Lá, Mi e Si” e o processo de afinação é o mesmo: igualar o som da quinta casa com a corda abaixo solta.

Em relação ao baixo de cinco cordas o de seis recebe mais uma corda aguda, é a corda Dó. Portanto a ordem das cordas será: Dó, Sol, Ré, Lá, Mi e Si.

2.     Teoria Musical

Nesta seção nós temos o início da teoria musical em termo de formação de acordes. Preste bastante atenção, pois pode parecer moleza, mas você iniciante precisa estar a par dos conceitos abaixo, pois eles serão fundamentais em nosso aprendizado. Então vamos a eles:

Música = Arte científica de combinar os sons de modo agradável ao ouvido, obedecendo aos critérios do ritmo, melodia e harmonia.

Ritmo = São movimentos em tempos fracos e fortes com intervalos regulares. O ritmo faz a música andar.

Melodia = Sucessão rítmica, ascendente ou descendente de sons simples, a intervalos diferentes e que encerram certo sentido musical. A melodia faz a música ter vida.

Harmonia = São notas diferentes executadas juntas em conformidade ou em harmonia entre si formando uma cossonância lógica. Sua função é dar vida a música.

Em síntese, a música é feita pela execução de acordes diferentes, mas que tenham coerência entre elas.

Os Acordes

Antes de tudo, quero deixar uma coisa bem definida: Nota é diferente de Acorde pois:

Nota: É a menor divisão de um acorde, ou seja qualquer barulho é uma nota.

As notas, por sua vez, estão contidas dentro de uma série de oito notas musicais mais conhecida como “escala cromática” com intervalos de tom e semitons entre uma nota e outra, começando e terminando com a mesma nota, Ex.: Dó, Ré, Mí, Fá, Sol, Lá, Sí,Dó.

Acorde: É a união de várias notas, em harmonia, formando assim um único som.

Os acordes podem ser classificados em:

Maiores – São as notas puras, sem nenhuma distorção ou mistura com outras notas, ex.: C, D, E, F, G…

Menores – É a união de três tons e um semitom.

Dissonantes – É uma nota que causa uma dissonância e produz uma distorção e não condiz com o real absoluto, deixando o iniciante confuso e ao iniciante fascinado! ex.: A4, B5+, etc…

Cossonantes – São notas que se misturam à outras, ex.: C/G, G/F, etc….

Tom – É a distância entre dois tons, ex.: C-D,F-G, etc…

Semitom - É a menor distância entre dois tons, ex.:C-C#, D-D#, etc…

2.1.           O braço do contrabaixo e as notas musicais

Obviamente você conhece a escala musical convencional, certo ? Bom, por via das dúvidas aí vai:

Dó    Ré    Mi     Fá    Sol    Lá    Si

É usual que se repita a primeira nota da escala, neste caso o , de tal sorte que do ponto de vista prático temos uma escala com 8 notas, sendo a oitava uma repetição da primeira. Você deve também saber que cada uma das notas musicais é usualmente representada por uma única letra. Aliás, esta é a notação que iremos usar durante a maior parte do tempo. Neste caso a escala musical comum pode apresentar-se da seguinte forma:

C     D      E     F     G      A     B     C

Esta escala de 8 notas é conhecida por escala diatônica.

Em resumo:

C = Dó
D = Ré
E = Mi
F = Fá
G = Sol
A = Lá
B = Si

Passemos à prática. Observe o braço do baixo. Se você prender a 3a corda no 3o traste terá um C (convém lembrar que a primeira corda é a mais fininha, e a 4a a mais grossa). A seqüência da escala musical você obterá se seguir o esquema a seguir:
notas-musical-contra-baixo

Observe a distância (comumente denominada de intervalo) que separa cada uma das notas no braço do instrumento. Cada 2 trastes equivalem a 1 tom. Portanto, o intervalo entre C e D é de 1 tom, o mesmo ocorrendo entre D e E. Porém, entre E e F este intervalo é de apenas 1/2 tom, ou seja, de apenas 1 traste. Isto se repete entre a 7a. e a 8a. nota da escala, ou seja, entre B e C. Uma das perguntas lógicas que pode se seguir a esta explicação é a seguinte: se existem apenas 7 notas musicais (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si), que notas então são estas que ficam entre o C e o D, entre o D e o E e assim por diante ? Estas notas equivalem a 1/2 tom (apenas 1 traste) e, cada uma delas recebe o nome da nota que a antecede mais o sufixo sustenido (#) ou, o da nota que vem a seguir mais o sufixo bemol (b). Apenas para ilustrar vale dizer que num piano estas mesmas notas são tocadas nas teclas pretas, enquanto a escala convecional se obten nas teclas brancas.

Parece complicado mas não é. A nota entre o C e o D (a do segundo traste) é então um C# ou Db, a do quarto traste um D# ou Eb. As notas seguintes são: F# ou Gb, G# ou Ab e A# ou Bb. Observe que, não há notas entre o E e o F, não existindo, portanto, o E# ou Fb. O mesmo ocorrendo entre o B e o C, ou seja, não existe B# ou Cb. Assim, do ponto de vista prático, existem na verdade 12 notas musicais, que são:

C   C#(ou Db)    D   D#(ou Eb) E   F    F#(ou Gb) G   G#(ou Ab)    A   A#(ou Bb)   B

Esta escala completa com 12 notas musicais é conhecida como escala cromática. Baseados nisto e, conhecendo a nota que corresponde a cada uma das cordas soltas de uma guitarra com afinação tradicional, é possível deduzir a posição de cada uma das notas ao longo de toda a extensão do braço da guitarra. Veja o esquema abaixo:

notas-musical-contra-baixo1

A partir do 12o. traste o padrão de notas repete-se integralmente. Observe que neste traste as notas são exatamente as mesmas obtidas com as cordas soltas.

Decorar todas estas seqüências é um bocado chato (para não dizer outra coisa). Entretanto, isto é fundamental para a compreensão dos princípios de formação de acordes, bem como para o desenvolvimento de solos e improvisações. Não precisa, porém, tentar decorar tudo de uma vez só. Isto virá de forma mais ou menos natural, na medida em que o estudo do instrumento for avançando. Por outro lado, uma olhadinha periódica neste esquema não vai fazer mal nenhum.

2.2.           Escalas Musicais

Se pedirmos, à praticamente qualquer pessoa, para repetir a escala musical, as chances são de que 11 em cada 10 indivíduos dirá: , , mi, , sol, , si, (ou C, D, E, F, G, A, B, C – lembra da lição I ?). Esta noção, embora possa ser útil para se iniciar um processo de aprendizagem de teoria musical é, ao mesmo tempo, uma crença da qual devemos nos afastar com a máxima urgência. Existem, na verdade, inúmeras escalas musicais, das quais pelo menos dois tipos básicos devem ser familiares àqueles que pretendem fazer alguma coisa “decente”. Não pretendemos, nem vamos, esgotar aqui o assunto de escalas musicais, uma vez que o número de escalas possiveis de serem construidas no braço do instrumento é praticamente ilimitado, vamos apenas, como já mencionado, abordar os dois grandes tipos de escalas, a partir das quais na verdade se derivam todas as demais.

Podemos, em principio, dizer que as escalas podem ser maiores ou menores. A escala acima mencionada é a de Dó Maior (ou simplesmente de C). Note que a mesma não apresenta qualquer nota “sustenida” (#) ou “bemolizada” (b) e, por isto, é considerada uma escala sem acidentes.

Em qualquer escala pode-se sempre identificar as notas por uma seqüência numerada (ou graus), normalmente em algarismos romanos, como abaixo discriminado para a escala de C:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

C    D      E      F     G       A      B         C

Assim, a primeira nota (ou grau) da escala de C é o próprio C, a segunda é D, a terceira é E, e assim sucessivamente até a oitava que, obviamente, é novamente o próprio C. A nota correspondente ao I grau é também denominada de tônica (a que dá o tom, é claro). Observe o intervalo (ou distância) que separa cada uma destas notas. Da primeira (I), que é C, para a segunda (II), que é D, este intervalo é de 1 tom. Da segunda (II) para a terceira (III) que é E, esta distancia é também de 1 tom. Lembre-se, como visto na lição I, que 1 tom equivale a 2 trastes no braço da guitarra. Nesta escala a distancia só não é de 1 tom da III para a IV nota (de E para F), bem como da VII para a VIII nota (de B para C), nas quais esta distancia é de 1/2 tom ou, 1 traste no braço da guitarra. Se precisar volte e dê uma olhada na lição I. Reveja com especial atenção a questão dos intervalos entre as notas.

Em resumo as notas na escala de dó maior (C), e os intervalos que as separam, são as seguintes:

C tom D tom E semitom F tom G tom A tom B semitom C.

Neste momento o mais importante nisto tudo não são as notas desta escala de dó maior, que muito provavelmente você já conhece a bastante tempo, mas sim os intervalos que as separam. Porque? Muito simples: as distancias que separam as notas nas escalas maiores são sempre as mesmas. Com esta informação, juntamente com aquelas constantes da lição I, você deve então estar apto à construir qualquer escala maior. Como veremos mais adiante, o conhecimento de escalas é fundamental para o processo de solo e improvisação, isto para não falar na formação de acordes.

Pode-se, então, generalizar que a seqüência de notas numa escala maior, qualquer que seja ela, é sempre a seguinte:

I tom II tom III semitom IV tom V tom VI tom VII semitom VIII

Para chegarmos às escalas menores é inicialmente importante mencionar que estas são sempre derivadas do VI grau de uma escala maior. Como o VI grau da escala de C é A, então a escala de Am (lá menor) é a seguinte:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

A    B      C     D      E       F      G       A

Existem várias coisas importantes à se observar nestas duas escalas (C e Am). Calma, tudo isto tem uma grande aplicação prática, sim. Mas, vamos primeiro passar pelos aspectos teóricos (pelo menos 2 deles). Observe primeiro que a escala de Am é também uma escala sem acidentes, ou seja, sem sustenidos ou bemóis. Ela é na verdade uma seqüência da escala de C, ou seja:

(————-Escala de Am—————)
C    D    E    F    G    A    B    C    D    E    F    G    A
(————–Escala de C—————)

Por isto a escala de Am é considerada a relativa de C. Isto, do ponto de vista prático, significa que improvisações e solos podem ser feitos indiscriminadamente em qualquer uma das 2 escalas (veremos os desenhos ou formas destas escalas no braço Do baixo na lição III). Ou seja, se você estiver tocando uma música em C, pode improvisar em qualquer uma das duas escalas, ou seja, na de C ou na de Am sem qualquer problema (é provável que não saia nada muito agradavel ao ouvido, pelo menos no princípio, mas não custa nada tentar).

Outra coisa importante é observar a distancia que separa cada uma das notas na escala de Am. Note que a seqüência não é a mesma das escalas maiores. Os graus separam-se da seguinte forma:

I tom II semitom III tom IV tom V semitom VI tom VII tom VIII

O importante aqui é também que esta seqüência é a mesma em todas as escalas menores. Não posso, entretanto, deixar de mencionar que esta escala que está sendo chamada de menor é, na verdade, a escala menor natural. Existem outros tipos de escalas menores mas, isto é uma história um pouco mais longa.

Para que você se torne capaz de, sozinho, construir todas as escalas maiores e menores basta apenas mais uma informação, qual seja, a de que a forma mais adequada (e também fácil) de construir novas escalas maiores é a partir do V grau da escala maior anterior. Ou seja, partindo da escala C e, considerando que o V grau desta escala é G, a próxima escala maior deve ser a de G (sol maior). Isto tem um motivo que se tornará óbvio um pouco mais tarde. A escala de G poderia então ter a seguinte configuração:

G   A   B    C  D   E   F   G

Digo poderia porque, na verdade não tem. Se não, então vejamos. Lembra que os intervalos que separam as notas nas escalas maiores são sempre os mesmos? Lembra quais são? Ok, lá vão outra vez: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom. Agora olhe a escala acima. A distancia que separa o I (G) do II grau (A) é de 1 tom; aqui tudo certo. A que separa o II grau (A) do III (B) é também 1 tom, logo não há problema. Também não há problema na separação entre o III (B) e o IV grau (C), que é de meio-tom, do IV (C) para o V (D), que é de 1 tom, ou do V (D) para o VI (E), que também é de 1 tom. Porém, pela seqüência de distancias das escalas maiores o VI grau deveria se separar do VII por 1 tom e o VII do VIII por 1/2 tom. Observe que na escala acima esta distancia é de 1/2 tom do V para o VI (de E para F) e de 1 tom do VI para o VII grau (de F para G). Isto é mais fácil de perceber se você estiver com uma guitarra nas mãos e olhar os esquemas da lição I. A conclusão é mais ou menos óbvia: se a seqüência de intervalos é a mesmo em todas as escalas maiores então, é preciso fazer com que as distancias da escala de G, acima apresentada, sigam esta seqüência. Como? Experimente aumentar o VI grau em 1/2 tom, ou seja, transformar o F em F# ( em fá sustenido). A escala então ficaria assim:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

G    A      B     C     D       E     F#       G

Observe que, agora sim, os intervalos se mantém constantes e iguais aos estabelecidos para a escala de C. Em conseqüência disto surge porém 1 acidente na escala, que é um F#.

E a relativa menor da escala de G então, qual seria? Isto mesmo, constroe-se a partir do VI grau. A escala menor relativa de G é, portanto, a de Em (mi menor), que possui a seguinte forma:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

E    F#     G     A     B      C      D        E

Colocando as duas lado a lado teremos:

(————Escala de Em————–)
G    A    B    C    D    E     F#    G    A    B    C    D    E
(————–Escala de G————-)

Da mesma forma que para a escala de C e sua relativa menor (Am), solos e improvisações podem ser feitos indiscriminadamente nas escalas de G ou Em, estando a melodia em qualquer um destes 2 tons.

E a próxima escala maior, qual seria? Certissimo, a de D, que é o V grau da escala maior anterior, ou seja, o V grau da escala de G. Observe que para manter a seqüência de intervalos das escalas maiores (tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom) é preciso incluir mais 1 acidente na escala de D (agora são portanto 2 acidentes), que é a seguinte:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

D    E      F#    G     A      B     C#      D

A relativa menor da escala de D, construída a partir do VI grau, é portanto Bm (si menor) que, também tem os mesmos 2 acidentes e mantem as distancias características das escalas menores separando cada nota. Ela tem, portanto, a seguinte forma:

I     II      III     IV     V      VI     VII     VIII

B   C#    D      E     F#    G       A       B

A próxima escala maior seria construída a partir do V grau da escala de D, ou seja, A (lá maior). Que tal tentar construi-la sozinho? E sua relativa menor? Lembre-se sempre de que a relativa menor deverá derivar-se a partir do VI grau da escala maior e, que os intervalos que separam as notas de uma escala devem seguir as seqüências padronizadas, que são: tom, tom, semitom, tom, tom, tom e semitom para as escalas maiores e tom, semitom, tom, tom, semitom, tom e tom para as escalas menores. Procure observar também que, construindo escalas maiores a partir do V grau da escala maior anterior os acidentes vão aparecendo de forma gradual.

2.3.           Escalas – Alguns desenhos básicos no Braço do Baixo

Agora que já vimos diversos aspectos teóricos relativos às principais escalas musicais, vamos nos concentrar em alguns pontos práticos, ou seja, em como localizar cada uma destas escalas no braço do instrumento. Felizmente existem alguns “desenhos” básicos de escalas. Por “desenhos” entendemos a seqüência de notas no braço do baixo que contem todas as notas que compõem a escala em questão. É importante lembrar que é esta escala (ou sua relativa) que deve ser utilizada para tocar uma música no tom desejado, ou seja, utiliza-se a escala de C (e/ou a de Am) para tocar uma música em C.

Eu diria que, de forma geral, 3 desenhos básicos devem atender a necessidade da maioria de nós principiantes. Na verdade a medida em que nos aprimoramos no uso do instrumento parece que o número cai, ao invés de aumentar. Alguns bons músicos já me disseram que baseiam todos, ou quase todos, os seus solos e improvisações em um único desenho, mais especificamente em um desenho menor semelhante ao que veremos abaixo como “segundo desenho”.

Vamos, nos esquemas abaixo, assim como em todos os subseqüentes neste livro, utilizar a seguinte convenção (estou supondo que você seja destro e toque baixo na posição convencional):

1 = dedo indicador da mão esquerda,
2 = dedo médio da mão esquerda,
3 = dedo anelar da mão esquerda e,
4 =
dedo mínimo da mão esquerda.

Para o primeiro desenho básico, que é um desenho maior, siga os seguintes passos:

1o. – localize, na 4a. corda (E), a nota correspondente a escala desejada – Enquanto você não souber todas as notas da 4a. corda utilize o esquema apresentado na lição I;

2o. – coloque o dedo 2 sobre o traste em questão;

3o. – siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.

notas-musical-contra-baixo2

Se você der uma conferida no esquema apresentado na lição anterior vai descobrir que o dedo 2 na 4a.corda foi colocado sobre a nota C (8o. traste). Esta é, portanto, a escala de C. Se você mover este desenho como um todo para o inicio do braço da guitarra colocando, por exemplo, o 2o. dedo no 3o. traste, terá então a escala de G. E se o 2o. dedo for colocado sobre o 6o. traste e o mesmo desenho então repetido, que escala será obtida? Se você respondeu A# então, acertou. Caso contrário, sinto muito mas, leia tudo outra vez.

Para o segundo desenho básico, que é um desenho menor, siga a seqüência abaixo:

1o. – localize, na 4a. corda (E), a nota correspondente a escala desejada – Enquanto você não souber todas as notas da 4a. corda utilize o esquema apresentado na lição I;

2o. – coloque o dedo 1 sobre o traste em questão;

3o. – siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.

notas-musical-contra-baixo3

Dê outra conferida nas lições anteriores e você verá que esta seqüência corresponde exatamente a escala de Am. Ou seja, estas duas escalas apresentadas anteriormente no braço da guitarra correspondem a uma escala maior e sua relativa menor.

E se eu desejasse solar ou improvisar uma música cujo tom é Bm (ou D, lembre-se de que estas duas escalas são relativas)? Isto mesmo, basta repetir o desenho colocando o dedo 1 no 7o. traste e teremos a escala de Bm. E se o dedo 1 fosse colocado no 8o. traste e a seqüência repetida? Exatamente. Teríamos a escala de Cm. Acertou? Ótimo. Caso contrário, repita tudo outra vez.

Muito bem. Se você lembrar do esquema contendo a escala cromática visto na lição I deverá notar que as mesmas notas repetem-se, porém em posições diferentes obviamente, também nas demais cordas. Desta forma, é possível também construir escalas a partir de qualquer uma delas. É interessante porém que vejamos um dos desenhos bastante comum de escalas maiores a partir da 3a. corda (A). Para construir estas escalas você deve seguir a seqüência abaixo:

1o. – localize, na 3a. corda (A), a nota correspondente a escala desejada – Enquanto você não souber todas as notas da 5a. corda utilize o esquema apresentado na lição I;

2o. – coloque o dedo 1 sobre o traste em questão;

3o. – siga a seqüência apresentada no esquema abaixo.

notas-musical-contra-baixo4

Se você conferir as notas correspondentes a cada um dos trastes indicados verá que esta escala é também de C. E se você desejasse a escala de Eb, por exemplo, a partir de que traste, na 3a. corda, repetiria o padrão acima? Se respondeu a partir do 6o. traste acertou, caso contrário é melhor começar tudo outra vez.

Evidentemente estes padrões, como já mencionado, são apenas alguns com os quais você pode iniciar o estudo de escalas. Alguns outros vão inclusive aparecer em lições subseqüentes.

2.4.           Questões Técnicas da Aprendizagem

Nesse capítulo, falaremos de questões técnicas, específicas para a mão esquerda.

Lembre-se sempre de manter os dedos perpendiculares(formando um ângulo de 90º com o braço do instrumento) ao braço do baixo, pois o caminho aos diversos pontos da escala será mais fácil. Experimente tocar uma linha de baixo qualquer ou uma frase que você conheça, ou ainda “caminhar” no braço do instrumento com os dedos deitados, e logo em seguida faça a mesma coisa com os dedos perpendiculares ao braço. Notou a diferença?

Agora tente atingir o máximo de casas com o indicador (dedo um) na primeira casa, e o mínimo (dedo quatro), estando os dois dedos inclinados. Agora repita o processo com os dedos na posição correta. Ficou muito mais fácil não é?

Vamos a alguns exercícios para independência dos dedos da mão esquerda. Antes de começar, vamos a algumas explicações sobre os exercícios:

Os exercícios são para independência dos dedos, não para velocidade.

Portanto, execute-os de forma lenta e constante, para que a sua mente se “acostume” a eles e conseqüentemente fiquem mais familiares aos seus dedos.

Se você errar, volte do princípio.

Caso não tenha um metrônomo, providencie um o mais rápido possível, e enquanto você espera chegar bata o pé em ritmo constante enquanto faz os exercícios.

Lembre-se de alternar os dedos da mão direita para cada nota tocada com a mão esquerda. Por enquanto utilize apenas o dedo indicador e médio (dedos um e 2) da mão direita.

Use um dedo da mão esquerda para cada casa.

EXERCÍCIOS:

Casas

1 2 3 4

1 2 4 3

1 3 2 4

1 3 4 2

1 4 2 3

1 4 3 2

2 3 4 1

2 31 4

2 4 3 1

2 4 1 3

2 1 3 4

2 1 4 3

3 1 2 4

3 1 4 2

3 2 1 4

3 2 4 1

3 4 1 2

3 4 2 1

4 1 2 3

4 1 3 2

4 2 3 1

4 2 1 3

4 3 1 2

4 3 2 1

Faça o exercício preferencialmente começando na casa um.

Faça a seqüência quantas vezes quiser.

Altere as casas, começando na casa cinco, por exemplo.

Preste atenção à mão direita.

Durante o exercício, e também para tocar normalmente, convém prestar muita atenção à altura da alça utilizada. Sim, ela deve estar regulada de forma a que você possa manter seu antebraço esquerdo a noventa graus em rela cão ao braço. Isso é muito importante!!!

Caso contrário, sua técnica vai se perder. Sim é muito mais difícil tocar com o instrumento lá embaixo.. .mais isso não é mérito algum para que o faz, muito pelo contrário, denota total conhecimento técnico, e, na minha opinião, não deve ser seguido.

Agora vamos fazer um exercício muito parecido com o primeiro, para independência dos dedos também, mas com alternância de cordas.

Casas:

Descendo
1 2 3 4

2 3 4 5

3 4 5 6

4 5 6 7

Subindo
7 – 8 – 9 – 10

8 – 9 – 10 – 11

9 – 10 – 11 – 12

10 – 11 – 12 – 13

Esses são exercícios fundamentais tanto para iniciantes quanto para profissionais. Servem também para “esquentar” os dedos antes de apresentações.

Não desista, com três dias de execução regular dos exercícios você já notará a diferença. Quanto mais vezes você fizer, melhor ficará sua execução.

2.5. Exércicios Técnicos

Neste capítulo colocamos alguns exercícios que irão te ajudar tecnicamente falando. São técnicas psicomotaras, de aquecimento, improvisação de agilidade nos dedos. Confira abaixo:

Psicomotor

Esses exercícios melhoram, e bastante, a parte Psicomotora.

Assim como os demais, deve ser feito bem devagar e ir aumentando a velocidade.

Psicomotor 1


————————————4–3–2———————————————-
————————-1–2–3—————1–2–3———————————–
————-4–3–2————————————–4–3–2————————
–1–2–3————————————————————1–2–3–4———-

Psicomotor 2


1–2———————————————————3–4–1–2—
——–3–4—————————————1–2——————-
—————-1–2———————–3–4—————————
————————-3–4–1–2—————————————

Movimentação


————————————————————-4—5—6—7—-
—————————————–3—4—5—6————————
———————-2—3—4—5——————————————-
1—2—3—4—————————————————————–

Obs: Ao terminar a escala, fazer o mesmo exercício decrescente

Escada de Braço


1———————————8—–7————————1—–
—-2———————–7—————-6—————2———
——–3————-6————————–5——-3————-
————4—-5———————————–4—————–

Exercícios para aquecimento e maior agilidade dos dedos.

Aconselho que se faça esses exercícios durante 15 dias, uma hora por dia. O resultado é muito bom. Depois dos 15 dias os dedos vão deslizar no braço.
Deve ser feito bem devagar e ir aumentando a velocidade. De preferência, use um metrônomo.

————————————————————–1—2—3—4—————————————————————–
——————————————1—2—3—4————————-1—2—3—4———————————————
———————-1—2—3—4—————————————————————–1—2—3—4————————-
–1—2—3—4———————————————————————————————————1—2—3—4—–
————————————————————–1—2—4—3—————————————————————–
——————————————1—2—4—3————————-1—2—4—3———————————————
———————-1—2—4—3—————————————————————–1—2—4—3————————-
–1—2—4—3———————————————————————————————————1—2—4—3—–
————————————————————–2—3—4—1—————————————————————–
——————————————2—3—4—1————————-2—3—4—1———————————————
———————-2—3—4—1—————————————————————–2—3—4—1————————-
–2—3—4—1———————————————————————————————————2—3—4—1—–
————————————————————–3—4—2—1—————————————————————–
——————————————3—4—2—1————————-3—4—2—1———————————————
———————-3—4—2—1—————————————————————–3—4—2—1————————-
–3—4—2—1———————————————————————————————————3—4—2—1—–
————————————————————–4—3—2—1—————————————————————–
——————————————4—3—2—1————————-4—3—2—1———————————————
———————-4—3—2—1—————————————————————–4—3—2—1————————-
–4—3—2—1———————————————————————————————————4—3—2—1—–
————————————————————–1—3—2—4—————————————————————–
——————————————1—3—2—4————————-1—3—2—4———————————————
———————-1—3—2—4—————————————————————–1—3—2—4————————-
–1—3—2—4———————————————————————————————————1—3—2—4—–

————————————————————–2—4—1—3—————————————————————–
——————————————2—4—1—3————————-2—4—1—3———————————————
———————-2—4—1—3—————————————————————–2—4—1—3————————-
–2—4—1—3———————————————————————————————————2—4—1—3—–

Arpegio

As notas que formam o arpegio são as mesmas que formam os Acordes.

Os acordes são usados geralmente na parte de acompanhamento para guitarra ou violão e a diferença é que as notas que formam os acordes são tocadas simultaneamente, todas ao mesmo tempo.

Treinem bastante esses exercícios, pois eles são fundamentais na parte de acompanhamento com o Baixo.

Arpegio de C
G||————————-|–9—-12p—9———-|——————-||
D||——————-10—-|——————10—-|——————-||
A||————-10———-|————————|–10—————||
E||–8—-12—————-|————————|——–12—-8—-||

Arpegio de Cm
G||————————-|–8—-12p—8———-|——————–||
D||——————-10—-|——————10—-|——————–||
A||————-10———-|————————|–10—————-||
E||–8—-11—————-|————————|——–11—-8—–||

Arpegio C7M
G||———————–|——–9—————|———————-||
D||——————9—-|–10———10—-9—-|———————-||
A||——-7—-10———|————————|–10—-7————-||
E||–8——————–|————————|————-8——–||

Arpegio de C7
G||———————–|——–9—————|———————-||
D||——————8—-|–10———10—-8—-|———————-||
A||——-7—-10———|————————|–10—-7————-||
E||–8——————–|————————|————-8——–||

Arpegio Cm7M
G||———————–|——–8—————|———————-||
D||——————9—-|–10———10—-9—-|———————-||
A||——-6—-10———|————————|–10—-6————-||
E||–8——————–|————————|————-8——–||

Arpegio de Cm7
G||———————–|——–8—————|———————-||
D||——————8—-|–10———10—-8—-|———————-||
A||——-6—-10———|————————|–10—-6————-||
E||–8——————–|————————|————-8——–||

Arpegio de C7M
G||—————–4—-|–5—-4————–|——————-||
D||——-2—-5———|————5—-2—-|——————-||
A||–3——————-|———————-|–3—————-||
E||———————-|———————-|——————-||

Arpegio de C7
G||—————–3—-|–5—-3————–|——————-||
D||——-2—-5———|————5—-2—-|——————-||
A||–3——————-|———————-|–3—————-||
E||———————-|———————-|——————-||

Arpegio de Cm7M
G||—————–4—-|–5—-4————–|——————-||
D||——-1—-5———|————5—-1—-|——————-||
A||–3——————-|———————-|–3—————-||
E||———————-|———————-|——————-||

Arpegio de Cm7
G||—————–3—-|–5—-3————–|——————-||
D||——-1—5——– -|————5—-1—-|——————-||
A||–3——————-|———————-|–3—————-||
E||———————-|———————-|——————-||

Arpegio de G
G||———————-|–4—-7p—4———|———————||
D||—————–5—-|—————–5—-|———————||
A||——-2—-5———|———————-|–5—-2————-||
E||–3——————-|———————-|————3——–||

Arpegio de Gm
G||———————-|–3—-7p—3———|———————||
D||—————–5—-|—————–5—-|———————||
A||——-1—-5———|———————-|–5—-1————-||
E||–3——————-|———————-|————3——–||

Arpegio de Cdim
G||———————-|———————-|———————-|
D||———————-|————4———|–4—-7—-4—-7—-|
A||–3———3—-6—-|–3—-6———6—-|———————-|
E||——-5————–|———————-|———————-|

–5—-5————–|———————-|———————-|
————7—-4—-|–7—-4———4—-|———————-|
———————-|————6———|–6—-3—-6—-3—-|
———————-|———————-|———————-|

——————–||
——————–||
——-3~———–||
–5—————–||

Arpegio de E
G||———————-|–1—-4p—1———|———————||
D||—————–2—-|—————–2—-|———————||
A||————2———|———————-|–2——————||
E||–0—-4————–|———————-|——-4—-0——–||

Seqüência de Arpegios em Am

G||———————-|–5—-9p—5———|————7—-12p—|
D||—————–7—-|—————–7—-|——-9—————|
A||——-3—-7———|———————-|–7——————–|
E||–5——————-|———————-|———————–|

–7———————|–9—-12p—9———-|————–10—-14p—|
——-9———-10—-|——————10—-|——–12—————-|
————10———-|————————|–10———————-|
————————|————————|————————–|

–10———————-|————————–|
——–12—————-|————————–|
————–12———-|————–11—-14—-|
——————–13—-|–10—-12—————-|

——————–13—-|————————–|————————|
–12—-13—-14———-|–14—-13—-12———-|————————|
————————–|——————–14—-|–11—————3—-|
————————–|————————–|——–12—-5———|

——-2—-5—-4—-|–2———2———|———————-|
–2——————-|——-3———3—-|–2——————-|
———————-|———————-|——-5—-3—-2—-|
———————-|———————-|———————-|

———————-|————5—-9p—|–5——————-|
———————-|——-7————–|——-7————–|
———————-|–7——————-|————7———|
–5—-0—-5—-8—-|———————-|—————–8—-|

———————||
———————||
———————||
–5—-0—-5~——-||

Seqüência de Arpegios em Dm
G||–14p—10———-10—-|–14p—10———-10—-|
D||————–12———-|————–12———-|
A||————————–|————————–|
E||————————–|————————–|

–14p—10———-10—-|–14p—10———-10—-|–12p—9———-9—-|
————–12———-|————–12———-|————-11———|
————————–|————————–|————————|
————————–|————————–|————————|

–12p—9———-9—-|–12p—9———-9—-|–12p—9———-9—-|
————-11———|————-11———|————-11———|
————————|————————|————————|
————————|————————|————————|

–14p—10———-10—-|–14p—10———-10—-|
————–12———-|————–12———-|
————————–|————————–|
————————–|————————–|

–14p—11———-10—-|–14p—11———-10—-|
————–12———-|————–12———-|
————————–|————————–|
————————–|————————–|

–15p—12———-12—-|–15p—12———-12—-|
————–12———-|————–12———-|
————————–|————————–|
————————–|————————–|

–14p—10———-10—-|–14p—10———-12p—|–9———-9—-12p—|
————–12———-|————–12———-|——-11—————|
————————–|————————–|————————|
————————–|————————–|————————|

–9———-9———-|———————-||
——-11———12—-|———————-||
————————|–12——————||
————————|——–10~———–||

Seqüência de Arpegios em Em
G||–16—-14—-16—-12—-|————————–|
D||————————–|–14———————-|
A||————————–|——–14—————-|
E||————————–|————–15—-12—-|

——————–12—-|–16—-14—-16—-14—-|
————–14———-|————————–|
——–14—————-|————————–|
–15———————-|————————–|

–12—-14—-11———-|————————–|
——————–12—-|————————–|
————————–|–12———————-|
————————–|——–14—-10—-14—-|

————–11—-14—-|–12—-14—-12—-11—-|–12—-9—————-|
——–12—————-|————————–|————-10———-|
–12———————-|————————–|——————-10—-|
————————–|————————–|————————-|

————————-|——–9—-12—-11—-|–12—-11—-9—-11—-|
————————-|–10———————|————————-|
——————-10—-|————————-|————————-|
–12—-8—-12———-|————————-|————————-|

–8——————–|———————–|–8—-11—-9—-11—-|
——-9—————|——————9—-|————————|
————9———-|————-9———|————————|
—————–11—-|–7—-11————–|————————|

———————-|————4h—5p—|–4——————-|
———————-|——-5————–|——-5————–|
—————–5—-|–7——————-|————7—-5—-|
–0—-3—-7———|———————-|———————-|

———————-|———————||
———————-|–2——————||
—————–2—-|———————||
–7—-3—-0———|——-0—-0——–||

3.     Técnicas

3.1. As principais técnicas do Contra-Baixo

Muitos usuários me mandam e-mail perguntando sobre as técnicas para se usar num baixo elétrico. Bom, na verdade existem muitas técnicas a serem utilizadas, mas cabe a mim ressaltar as que considero extremamente fundamentais nesse aprendizado: O Pizzicato e o Slap.

Pizzicato: Consiste em tocar as cordas com os dedos indicador e médio da mão direita para que as notas digitadas na escala com a mão esquerda possam soar. Essa técnica foi decorrente da influência do contrabaixo acústico, entretanto, foi aperfeiçoada por pesquisadores como Jaco Pastorius e Stanley Clark, fazendo com que se tomasse mais popular e peculiar a sonoridade e linguagem musical atual.

Slap: consiste em bater (martelar) nas cordas com o dedo polegar, para dar a intenção de explosão e puxar as cordas com o dedo indicador, para a intenção de estalo. Essa é a única técnica característica do contrabaixo, ou seja, é a única que foi criada especificamente para ser executada no contrabaixo elétrico. Ela se caracteriza por dar uma intenção percurssiva na execução do instrumento e émuito usada em estilos como funk e derivados.
Para aprofundarmos mais sobre esse tema vamos introduzir um assunto aqui que será mais explicado no próximo capitulo: As funções do contra-baixo na música. A primeira delas é a função básica de condução, ou seja, de dar força e peso harmônico e fundamento rítmico; A segunda é a função de instrumento improvisador e executor de melodias (temas); Por fim surge a função de instrumento solo, ou seja, que executa temas (musicas) compostos exclusivamente para o contrabaixo ou que exijam uma atuação predominante e marcante do instrumento.

3.2.           A Condução e a Execução

Condução

Condução e Execução são duas das funções mais importantes do contra-baixo dentro da música.

Vale lembrar que o baixo se caracteriza na música com a função de conduzir a harmonia e a rítmica, tornando-se o instrumento chave em uma banda.
A condução se dá com a criação de uma linha constituída de notas interrelacionadas com os acordes da harmonia e com uma linha rítmica casada com a percussão.
Os norte-americanos denominam esta condução como Groove; uma linha que permanece igual a cada acorde ou a um grupo de acordes.
A seguir veremos alguns exemplos em estilos variados, introduzindo estilos musicais variados.

Execução

Na execução é sempre bom atenta-se ao fato da dinâmica, da pulsação, do andamento e da harmonia que você precisa manter firme durante a execução.
Nunca sole durante as frases da melodia e mesmo quando sobe, nos intervalos da música e não se esqueça de contar o tempo para voltar ao peso.

O peso é fundamental combinado com a mudança do timbre (botão grave e agudo); Se a música exigir um acompanhamento com peso durante 100 compassos, não mude o timbre para agudo. Sempre haverá uma oportunidade para mostrar o seu domínio, por isso não se arrisque a solar (improviso) sem saber.

A teoria deve estar junto com a prática e primeiro toque o que a música pede, e se houver espaço coloque a sua interpretação. No baixo só existe sentimento quando está solando, ou seja, o teclado, a guitarra, ou qualquer outro instrumento vai estar fazendo o que os músicos chamam de “Cama”, mas quando acabar o solo, o baixo deve voltar a sua posição que é de peso na música

Outra dica importante que forneço é procurar estar junto com a bateria. A peça de referência é o bumbo que basicamente tem a mesma linha de acompanhamento.
Evite usar todas as técnicas que sabe durante o acompanhamento, para não enjoar os ouvidos e lembre-se que a função de qualquer instrumento é de acompanhar algo (instrumento ou voz). Não fique tentando se destacar sozinho. Pense no conjunto!

3.3. Técnica do SLAP

Bom vamos falar de uma técnica bastante usada no contra-baixo e que muitos usuários gostariam de saber: o SLAP.

Retirei as dicas abaixo, de um texto bastante completo da Revista Cover Guitarra de 1997.

”Muitos baixistas associam o slap, suas técnicas e aplicações apenas com ritmos “swingados” (como o funk,etc…) não aproveitando-o para bases mais simples e “retas” de rock. Adiante será dado três exemplos em cima de uma base com os acordes: Am/G (beats 1 e 3 do primeiro compasso) e Dm7/C (beats 1 e 3 do segundo compasso). No primeiro são usados intervalos de oitavas e quintas, no segundo, terças e no terceiro ambos com algumas notas abafadas em cima do “thumb”.

Tentem usar essas idéias com outras bases atentando sempre ao tom e ao tempo delas.

T : Thumb (polegar)

P : Pop (puxada com o indicador ou médio)

X : nota abafada (apenas encostando a mão esquerda no braço)

notas-musical-contra-baixo5

Já nesses exemplos vão algumas dicas de uma aplicação que uso muito que é a mistura de notas ligadas com cordas soltas demonstradas abaixo em três diferentes exemplos todos no tom de MI menor

No exemplo 1 foi usado o ligado da corda solta para certas notas tocando em seguida as mesmas em thumb e depois alternando com suas oitavas , experimentem com outros intervalos.

No exemplo 2 foi ligado cordas soltas com notas da escala pentatônica de mi alternando sempre com a corda solta sol., tentem com outras escalas ou em outros tons.

No exemplo 3 foi pensado no “bordão” ou “power chord” que são os acordes básicos sem terças em vários lugares alternando cada nota com sua respectiva corda solta, usem outros desenhos de acordes e procurem deixar soar o som de cada nota para dar uma maior consistência na soma delas.

T : Thumb (polegar)

P : Pop (puxada com o indicador ou médio)

X : nota abafada (apenas encostando a mão esquerda no braço)

notas-musical-contra-baixo6

Seguindo a linha das idéias passadas anteriormente será dado mais exemplos só que numa divisão de tempo mais difícil de executar que são as sextinas (pela velocidade e porque realmente soam diferente nestes casos).

No exemplo 1 em mi menor apenas desce as notas dos “bordões” alternando com cordas soltas, já no exemplo 2 faço o mesmo só que subindo notas dos acordes Em , D e C7M sempre alternando com cordas soltas.

No exemplo 3 foi trasncrito um trecho da música SLAPJACK de meu disco EXPRESS que exemplifica muito bem esse tipo de aplicação pensando nesse caso no acorde E7 e ao invés de alternando com corda solta, usando o ligado da sexta para sétima e da terça menor para terça maior (intenção blues) em pop.
Procurem fazer frases também pensando em outros intervalos.

T : Thumb (polegar)

P : Pop (puxada com o indicador ou médio)

X : nota abafada (apenas encostando a mão esquerda no braço)
notas-musical-contra-baixo7

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3
nov

Incensos – propriedades e rituais

   Posted by: claudio

Começando a fazer Incensos

Incensos incandescentes fazem um grande sentido. É um natural, não-tóxico, ar refrescante que serve como uma alternativa maravilhosa aos aerossóis de hoje. E tem um grande passado: pessoas os vêem usando a milhares de anos e para todos os tipos de razões.
Incenso é basicamente uma mistura de ervas, madeiras e resinas que podem ser polvilhadas e então podem ser queimadas lentamente para a obtenção de um efeito fragrante. Culturas antigas os acendiam para cerimônias e adoração. Os chineses e japoneses já o usavam como uma medida de tempo, e hoje é usado em rituais religiosos por todo o mundo. Mas o principal de tudo é que eles têm um cheiro ótimo. Nós mostraremos para você como conseguir e preparar os ingredientes necessários para fazer incenso. Inclusive receitas prontas de aromas. Isso serve até você experimentar e criar suas próprias fragrâncias.
Há dois tipos de incenso, combustível e não-combustível. Incenso combustível entra em cone, bloco ou forma de vara, e é com o qual a maioria das pessoas está familiarizada. Incensos não-combustíveis são queimados em um pedaço de carvão (veja Passo 7).
Nós discutiremos ambos os tipos, com um foco em incenso de combustível (que leva alguns passos a mais, mas vale bem o esforço já que é tão fácil usar). A tarefa pode parecer difícil na primeira vez, mas quanto mais você pratica, mais fácil é fazer.

Colecione seus ingredientes

Você pode achar a maioria dos ingredientes de incenso em sua cozinha ou jardim. Outros estão disponíveis em lojas de erva, drogarias, lojas de provisão religiosas, comida, banho (Confira as páginas amarelas debaixo de “incenso” para fornecedores locais.) Os mais populares incluem:
Madeiras; Resinas e Ervas Líquidos: Cedro, Pinho, Zimbro, Sândalo Benjoim, Mirra, Raiz de íris, Canela
Tomilho ou Goma Arábica (para moldar incenso combustível) Óleos essenciais
Um líquido como mel, seiva ou algo semelhante
Os ingredientes exatos que você precisará dependerão de sua receita. A maioria das receitas inclui um tipo de madeira, uma resina, ervas fragrantes e um líquido. Caso você queira fazer incenso combustível, sua receita precisa incluir goma arábica que é usada para moldar o incenso em formas específicas.
Compre duas onças pelo menos (pulverizado) de cada ingrediente seco. Se lembre de que madeira é freqüentemente usada e na quantidade maior. Tente juntar tantos ingredientes pré-pulverizados quanto você pode, poupa-se tempo e esforço.
À parte dos ingredientes de receita, você precisará de algum salitre (para acender o incenso; peça isto em drogarias) e alguns tabletes de carvão (disponíveis onde incensos são vendidos; não use carvão de churrasco para isto).
Uma vez que você conseguiu tudo, moa cada artigo seco (menos o carvão) isso será esmagado com um morteiro, um pilão e um amolador de café elétrico até virar um pó . Madeiras e algumas resinas não viram pó tão facilmente quanto outros, mas se você persistir você conseguirá. Considere usar moedor elétrico para estes artigos, então os termine com o morteiro e o pilão (eles demolirão mas não polvilharão completamente no amolador). Use uma faca para cortar pedaços de talo e raiz se necessário. Uma vez pulverizado, mantenha tudo firmemente marcado e rotulado em sacolas plásticas ou jarros.

Misture os ingredientes não-combustíveis

Incensos não-combustíveis são basicamente uma mistura de ervas em pó, resinas e madeiras que podem ser queimados em tabletes de carvão ou podem ser mexidos dentro como a fragrância para uma mistura combustível.
Para criar uma mistura de incenso não-combustível, tente um destas receitas:
1)Combine partes iguais de olíbano pulverizado, canela, e noz moscada.
2)Combine uma parte cada de nós moscada e canela, e ½ parte de casca de laranja e casca de limão. Tente fabricar suas próprias receitas, veja Passo 7.
Em uma tigela grande, misture uma quantia pequena dos ingredientes juntos para sua receita escolhida. Depois você sempre pode somar mais coisas. Uma vez que tudo esteja combinado, a mistura de seu incenso está completa. Você pode saltar para o Passo 7 se você não quiser fazer incenso combustível. Caso contrário, está na hora de fazer a pasta.

Faça a pasta

Goma arábica é usada para moldar sua mistura em varetas, cones, ou blocos. Aqui será mostrado como fazê-los em uma pasta de modelar.
Coloque uma colher de sopa ou da goma em pó em uma tigela média e encha oito conchas de água morna. Bata até a goma estar completamente dissolvida (isto levará alguns minutos), tirando qualquer espuma que desenvolve.
Deixe a goma dissolvida absorver a água até ficar grossa.
Cubra a tigela com um pano molhado e ponha de lado como se estivesse crescendo. O processo de engrossando levará umas duas horas pelo menos. Você pode misturar mais goma ou pode molhar para ajustar consistência como o necessário.

Faça a base do incenso combustível

A receita seguinte resultará em uma básica mistura combustível de incenso. Se uma parte equivale a uma colher de sopa, você terminará com bastante mistura de incenso para criar aproximadamente 60-80 cones pequenos.

6 partes de madeira pulverizada (cedro, pinho, etc.)
Duas partes de benjoim
Uma grande parte de raiz

Algumas gotas de óleo essencial ou outro líquido como vinho, mel, etc.
Três a cinco partes de incenso não-combustível misturado
Em uma tigela grande, misture todos os ingredientes juntos na ordem dada. Pese a mistura combinada com uma balança de cozinha.

Determine 10% do peso total, e adicione exatamente a quantidade de salitre. (Então, se a mistura pesar dez gramas, adicione um grama de salitre.) Esta medida deve ser exata para que o incenso possa queimar corretamente. Misture completamente no salitre.
Adicione a pasta, uma colher de chá de cada vez, até tomar consistência. Deve ser uma massa, não muita molhada, mas úmida o suficiente para que você possa moldar com suas mãos.
Nota: Quando se cria o incenso combustível, a relação das madeiras pulverizadas deve ser de dois para um. Sua resina (benjoim, olíbano, mirra, colas, seivas, etc.) não se deve nunca compor mais que 1/3 da mistura final.

Molde à mistura na forma desejada

Quando sua mistura alcançar a consistência desejada (novamente, semelhante à massa), estará pronta para ser moldada em formas. Cones e blocos são os mais fáceis de moldar. As varetas são muito mais difíceis, especialmente se você não tem uma prensa especial (que vende em lojas de arte). Tente os cones e blocos primeiro. Então quando você descobrir que você é um perito, passe para as varetas.

Cones: Enrole a mistura de incenso em bolas pequenas, os amolde com suas mãos em cones longos de 25mm. Organize-os na vertical em uma folha de papel manteiga e os coloque em algum lugar quente para secar. Eles levarão de três a sete dias para secar. Durante este tempo, os vire regularmente, assim eles secam uniformemente e não racham.

Blocos: Molde os incensos em forma de tiras longas aproximadamente 1/3 de uma polegada em altura e largura, e então corte as tiras em retângulos longos de 1 polegada. Use o mesmo processo secante como você usou nos cones (porém os blocos podem ficar na horizontal)..

Varetas: Adicione mais pasta à mistura até que esteja molhada, porém espessa. Se você não tem uma prensa especial (altamente recomendada), bata levemente a massa em papel manteiga até que esteja bem fina; então posicione uma vareta por vez sobre a massa e enrole um pano fino ao redor da vareta (deixando algumas polegadas sem o pano) até que a camada seja duas vezes a espessura da vareta (não mais espesso). Aperte ou pressione a massa sobre a vareta para firmar. Coloque a parte sem pano em alguma argila, areia ou outra substância que permita que fique na vertical para secar.

Queime-o

Para queimar cones, blocos, ou varetas, coloque-os um de cada vez em um queimador de incenso ou em uma tigela meio cheia de areia ou sal. (Para instruções em como queimar incensos não combustíveis, pule para o Passo 8)

Ilumine uma ponta (para cones, coloque-os virados e ilumine a ponta final) com um fósforo ou um isqueiro, segurando a chama contra a extremidade do incenso até o incenso pegar fogo. Deixe a chama queimar durante alguns segundos, então assopre com suavidade.

A extremidade final do incenso irá incandescer e começará a soltar o seu aroma (e uma pequena quantidade de fumaça contínua). Cada cone, bloco ou vareta queimará durante aproximadamente 10 a 25 minutos.

Após o incenso estiver aceso, o ar ao redor parecerá o perfume celeste.

Experimente com suas próprias receitas

Você pode criar suas próprias receitas não-combustíveis e usar tabletes de carvão como um guia para testar o aroma.

Para acender o carvão, segure-o com uma pinça ou alicate sobre uma vela acesa (sairá faíscas primeiramente, então tome cuidado) até aparecer uma mancha branca. Você também pode soprar para ver se acende. Coloque o pequeno carvão em uma tigela ou concha grande (que esteja cheia até a metade com areia ou sal). Espere até que está queimando uniformemente e que não esteja mais crepitando antes de colocar algum ingrediente nele.

Espalhe uma pequena quantia de cada erva, madeira ou óleo no tablete aceso para testar o aroma. Tome notas do que você gosta e do que funciona bem junto. Muitas coisas irão cheirar diferente enquanto estiverem queimando do que quando não estiverem.

Propriedades

Abeto

Combate à fadiga.

Absinto

Perfume exótico que estimula a imaginação, criatividade e sensualidade. Favorece a clarividência, e também, para proteção e amor.

Acácia

Evita pesadelos e transmite um sono tranqüilo. Bom para saúde e sucesso nos negócios.

Agreste

Estimulante e antidepressivo.

Água Fresca

Combate à dificuldade de concentração.

Alecrim

Planta sagrada usada na magia e na medicina das mais antigas tradições. Afasta a depressão, purifica o local em questão, eleva o nível de pensamentos, acalma as pessoas.

Alfazema

Eleva o astral, transmite tranqüilidade, acalma a mente, evita estress e nervosismo, atrai a paz, é recomendado para pessoas sensíveis a odores e para crianças.

Algas

Combate tensão e ansiedade.

Almíscar

Aumenta a sorte o sucesso e a intuição, fornece confiança, inspira determinação e estimula para o amor.

Aloe Vera (Babosa)

Conhecida desde os tempos bíblicos por suas propriedades curativas que agem do nível do espírito para o corpo físico.

Âmbar

Elo de ligação à energia cósmica, produz atração divina e espiritual. Bom para dar início a qualquer atividade e vencer a timidez. Protege dos maus espíritos e do mau olhado.

Amêndoas

Combate à insônia e seus males.

Andiroba

Combate à preguiça.

Angélica

Aumenta a proteção.

Anis

Combate vertigens apreensão.

Anis Estrelado

Atrai a boa sorte.

Anjos

Protege contra o mal em geral, possibilita os sonhos proféticos e a visão.

Anti-Fumo

Purifica o ar restaurando a vibração energética.

Anti-Magia

Retira energias negativas.

Aradhana

A essência do mais puro Jasmim que tranqüiliza e induz ao relaxamento. Aradhana significa suprema devoção.

Arruda

Confere proteção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e sua purificação. Autodefesa. Poderosos para inveja e mau olhado.

Artemísia

Faz aflorar a clarividência.

Bálsamo

Indicado para harmonizar e acalmar ambientes carregados. Afasta negatividades. Combate à irritabilidade.

Baunilha

Combate depressão e atitudes impulsivas.

Benjoim

Aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos, expulsa os espíritos malignos. Usado também para proteção, sucesso, riquezas e felicidade. Purifica o ambiente, atraem energias positivas e combate as forças negativas.

Bergamota

Relaxante.

Bouquet

Combate à frieza emocional.

Cajepute

Combate desânimo e apatia.

Calandre

Relaxante, combate insônia.

Calêndula

Conforta o coração e o espírito. Pode ser usado em terapias no sentido mais amplo, por suas propriedades benéficas.

Camomila

Aroma leve e agradável com propriedades calmante e sedativa. Acalma o sistema nervoso.

Cananga

Possui propriedades afrodisíacas.

Canela

Anti-séptico, pode ser utilizado no quarto dos doentes. Traz bons fluídos financeiros, boa sorte, felicidade e alegria de viver, tranqüiliza o ambiente. Exala um odor muito sensual.

Cânfora

Aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa. Produz limpeza astral, dissolve energias densas e alivia antigos ressentimentos.

Capim-Cheiroso

Para perfumar ambientes.

Capim-Limão (Lemongrass)

Possui efeito tônico e estimulante. Indicado para pessoas depressivas, acomodadas e sem ânimo.

Cardamono

Controla o comportamento explosivo.

Cedro

Usado como rejuvenescedor, acredita-se que proporcione longevidade. Foi usado no Egito como componente para embalsamar. Seu aroma masculino está ligado a tradicional reputação de afrodisíaco. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas. Bom para concentração.

Cenoura

Limpa a mente estimulando a reflexão.

Cereja

Afrodisíaco.

Césamo

Combate insegurança, medo.

Chandan

Incenso de sândalo de qualidade superior. Cria no ambiente uma atmosfera de bem estar. Indicado para meditação.

Cipreste

Aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.

Citronela

Tranqüilizante. Afasta os insetos.

Citrus

Combate nervosismo e depressão.

Coco

Traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.

Copaíba

Estabiliza emoções fortes.

Cravo

Abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança. Indicado para energizar comércios e negócios. Bom para pessoas que exigem muito da voz.

Cravo e Canela

Bem estar físico e mental.

Cristal

Mistura de cânfora, olíbano e benjoim. Ótimo para limpeza de ambientes carregados.

Dama da Noite

Estimula a sensualidade.

Ecstasy

Formulação especial de rosa, canela, jasmim, Ylang-Ylang, âmbar e beijoim. Combate à depressão e o pessimismo.

Erva Cidreira

Confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.

Erva Doce

Eficaz no “olho gordo”, também promove a harmonia e paz.

Ervas

Uso Geral.

Especiarias

Misturas de ervas aromáticas que ampliam a energia vital combatendo o desânimo e a depressão.

Eucalipto (Eucalyptus)

Renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local. Estimula e refresca a mente, aumenta a concentração. Provoca uma reavaliação de conceitos e valores. Auxilia em problemas respiratórios, antibióticos respiratório em geral.

Flor de Laranjeira

Relaxante, proporciona um sono tranqüilo. Estimulante da memória e da concentração, reduz ansiedade emocional.

Flor de Lótus

Atrai altas vibrações espirituais. Traz boa saúde, abund6ancia de bens materiais, felicidade, vida longa.

Flor de Pitanga

Fortalece o emocional.

Flor do Campo

Combate desgosto e apatia. É ótimo para crianças.

Flor do Nepal

Combate à depressão e estimula a reflexão.

Floral

Mistura de flores perfumadas, para o aspecto emocional, tranqüiliza e relaxa.

Frenesi

Relaxante e afrodisíaco.

Funcho Doce

Espanta crises existenciais e depressão.

Gardênia

Restaura a paz, protegendo a alma.

Gengibre

Combate cansaço e fadiga. Gnomos e Duendes gostam deste aroma.

Gerânio

Poderoso anti-stress, é um estimulante para casos de fadiga física ou desgaste mental. Aumenta a coragem, afugenta o medo, protege contra prejuízos e perigos. Excelente para benzer um novo lar. Para fechar bons negócios.

Gita

Incenso de gerânio. Regenerador emocional. Aumenta a capacidade de superar obstáculos.

Grape Fruit

Aguça a imaginação.

Harmonia

Traz equilíbrio energético ao ambiente.

Herbal

Combate tensão e insegurança.

Hora Íntima

Estimula a sensualidade.

Hortelã

Anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.

Hortelã Pimenta

Estimula a criatividade.

Incenso da Sorte

Aroma proveniente de uma fruta exótica da Austrália semelhante à cereja. Proporciona boa sorte.

Indian Gold

Sua composição com menta e lavanda proporciona relaxamento e aumento da acuidade intelectual.

Indígena

Ameniza pequenos males.

Ipê Roxo

Estimula a concentração.

Jaborandi

Traz bem estar e energias positivas.

Jasmim

Sagrado na antiga Pérsia, acalma a mente, harmoniza emoções e induz ao otimismo. Usado para receber benção, proteção e sorte. Ajuda a aumentar as energias espirituais. Bom para ser usado em preces, meditações, relaxamentos; emana amor espiritual. Aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente. Bom para pessoas sombrias e tímidas.

Kashmir

Valoriza e da um ar de sensualidade ao ambiente.

Lama Negra

Controla a euforia em demasia.

Lavanda

Elimina a depressão e confere um sono tranqüilo. Próprio para meditações respiratórias. Relaxa, acalma e refresca a mente. Traz boa sorte e tranqüilidade aos negócios e relacionamentos.

Limette

Traz ânimo e disposição.

Lírio

Estimula a criatividade e a presença de espírito. Seu aroma eleva os pensamentos e refina as emoções.

Lírio do Vale

Promove a paz espiritual, acalma os nervos e reduz acessos de raiva.

Maçã

Dá disposição para o desempenho das tarefas diárias.

Maçã Verde

Beneficia a saúde física, ajuda as pessoas enfermas e convalescentes. Poderoso auxiliar em todos os processos de cura física.

Madeira

Para obter glória individual e em empreendimentos.

Madressilva

Regenerador em todos os níveis. Ideal para ser usado em trabalhos de cura.

Manjericão

Traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção.

Maracujá

Estabiliza o emocional.

Marine

Estimula a criatividade e a personalidade.

Megha Mala

Incenso preparado com resinas de madeira. Seu aroma traz ao usuário tranqüilidade e segurança emocional.

Mel

Indicado para suavizar momentos difíceis e adoçar relacionamentos. Atrai sucesso, brilho e reconhecimento.

Mel e Rosas

Uma exótica combinação que induz atmosfera de romantismo e sensualidade.

Melaleuca

Sensação de bem estar.

Melissa

Combate apreensão e insônia.

Menta

Estimula a inteligência e facilita a assimilação de informações nova.

Mil Flores

Canaliza força para as realizações pessoais.

Mirra

Estimula a intuição. Eficaz para afastar o mal e quebrar encantos em rituais de magia. Popularmente usado para proteção energética, além de ser usado para limpezas espirituais, também afasta influências maléficas. Cria um bom ambiente para preces, meditações e trabalhos espirituais.

Morango

Para acalmar ambientes, refresca atmosfera tensa.

Moscatel

Energizante, aguça a criatividade.

Musgo de Carvalho

É aconselhável para a cura, tanto emocional como material.

Musk

Traz sensualidade ao ambiente.

Narciso

Traz amor e afetividade.

Nardo

Concede intuição.

Noz Moscada

Alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida. Aumenta o grau de segurança emocional. Gera energia e disposição, melhora as condições materiais.

Olíbano

Atuam na respiração, relaxamento e harmonização. Considerava-se que servia para apaziguar os deuses.

Om Shanti

Laranja e Patchouli. Acalma trazendo otimismo e alegria.

Ópium

ara energizar o ambiente. Desperta a sensualidade de forma sutil e envolvente.

Orquídea

Indicado para purificar o ambiente de trabalho e, ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.

Paco

Combate à agressividade e estimula o raciocínio.

Palmarosa

Combate insônia.

Papaia

Energético, traz disposição.

Paradise

Mistura de mirra e benjoim. Tem ação repousante e relaxante. Facilita a meditação e expande o campo da consciência. Proporciona elevação espiritual.

Patchuli

Traz abundância e reativa a fertilidade. Proporciona paz de espírito. Facilita a meditação e aguça a intuição. Atrai o sexo oposto, dizem que quando usado no corpo perde-se amigos.

Pau Rosa

Ajuda a combater mágoas e desânimo.

Pêssego

Para fazer novas amizades.

Petit Grain

Estimula a memória.

Phebo

Combate depressão, stress.

Pimenta da Jamaica

Elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.

Pinho

Atrai proteção e aumenta a fertilidade.

Pitanga

Facilita ganho financeiro.

Prashanti

Mistura de rosa com mel, traz para o ambiente romantismo e sensualidade.

Precious Fragance

Composta de lírio, rosa, sândalo e madeira, facilitam a meditação e produz no ambiente um aroma inebriante.

Primavera

Combate raiva, pânico e medo.

Querubim

Fortalece relacionamentos em crise.

Raízes

Equilibra sentimentos, proporciona paz de espírito.

Rosa

Para despertar o amor.

Rosa Branca

Limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor. Traz uma nova consciência espiritual gerando desapego e tranqüilidade em momentos de dificuldades.

Rosa Musgosa

Alivia tensão e ansiedade.

Rosa Vermelha (Real Rose)

Eleva o ânimo e incentiva o amor pela vida. Espanta solidão.

Sálvia

Equilíbrio entre mente e corpo.

Sândalo (Sandal Wood)

Eleva o estado de consciência e cria uma atmosfera de bem estar. Sendo indicado para a meditação e paz de espírito. Ajuda na expansão da intuição. Bom para prática de viagem astral e meditação.

Sândalo Branco

Traz sucesso, proteção e aumenta o poder da meditação.

Sapthagirl

Fragrância floral que traz um toque de requinte e suavidade para o ambiente onde é usado.

Sete Ervas

Atrai energias positivas.

Silvestre

Evita vertigens e nervosismo.

Sucess

Sândalo com rosa. Equilibra as emoções e aumenta o bom-senso. Ideal para pessoas indecisas.

Suganda Sarathi

Deliciosa combinação de flores perfumadas. Tem ação estimulante que favorece a sensualidade.

Talco

Estimula a concentração.

Tangerina

Fortalece a memorização.

The Moon

Incenso de Nardo. Traz paz, amor e tranqüilidade ao ambiente. Amplia a intuição e a imaginação.

The Sun

Mistura equilibrada de lavanda, alecrim, olíbano, canela e sândalo. Possui um delicioso perfume. Atrai as vibrações positivas.

Tomilho

Restaura o equilíbrio emocional.

Tuberosa

Tradicionalmente usado para facilitar contato com esferas superiores.

Tulasi

Afasta lembranças negativas.

Uva

Afrodisíaco.

Vetiver

É a fragrância que protege o comercio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte. Afasta más influências. É ótimo para ser utilizado em ambientes onde circulam muitas pessoas.

Violeta

Transmuta a negatividade de ambientes e pessoas, isto é, transforma o negativo em positivo, modifica a vibração. É indicado para equilibrar o emocional depois de choques e traumas. Ajuda a espantar as energias negativas. Poderoso para reverter casos de depressão ou mágoas profundas. Reaproxima pessoas.

Vivre Traz

Traz alegria e felicidade.

Ylang-Ylang

Natural da Indonésia, cuja tradição é a “flor das flores”, traz auto-estima e amor próprio, sendo poderoso afrodisíaco.

Zimbro

Traz transcendência e renovação.

Os Incensos e os Signos

Áries

Mirra, Cipreste, Almíscar, Angélica, Ópium, Rosa Musgosa, Alecrim.

Touro

Sândalo, Camomila, Arruda, Orquídea.

Gêmeos

Canela, Âmbar, Indiano e Eucalipto.

Câncer

Cânfora, Jasmim, Maça Rosada.

Leão

Amor Perfeito, Cedro, Lótus, Rosa Branca, Sândalo Vermelho.

Virgem

Canela, Cravo da Índia, Rosa Musgosa, Angélica, Benjoim

Libra

Eucalipto, Calêndula, Cedro, Jasmim, Orquídea.

Escorpião

Almíscar Canforado, Flor do Campo, Lótus.

Sagitário

Alfazema, Alecrim, Sândalo Amarelo.

Capricórnio

Arruda, Benjoim, Cravo da Índia, Sândalo Vermelho.

Aquário

Cedro, Flores do Campo, Eucalipto, Rosa Branca.

Peixes

Cânfora, Jasmim, Mirra, Ópium, Sândalo Amarelo.

INCENSO DE HÉCATE

½ colher (chá) de folhas secas de louro
½ colher(chá) de folhas secas de menta
½ colher(chá) de cardo seco
1 pitada de resina de mirra
1 pitada de resina de olíbano
13 gotas de óleo de cipreste
3 gotas de óleo de cânfora

Usando um pilão amasse o louro, a menta e o cardo até quase reduzi-los a pó. Agite as resinas de olíbano e mirra. Adicione os óleos de crispe e de cânfora e misture bem. Guarde numa jarra coberta e bem tampada e deixe a mistura maturar por pelo menos duas semanas antes de usar.
Queime em um bloco de carvão em brasa quando sentir vontade. Poderoso incenso para previsões.

INCENSO DO BOM AUGÚRIO

5 pétalas de rosa
15g de mirra
15g de sangue de dragão
15g de sassafrás
15g de flor de laranja
15g de juníparo
15g de salva
15g de óleo de olíbano

Usando um pilão, reduza a pó e misture juntos todos os ingredientes seco, enquanto visualiza as coisas de que precisa e que deseja. O incenso pode ser queimado sobre carvão em brasa enquanto realiza encantamentos mágicos e rituais que envolvam dinheiro, sorte e oportunidade.

INCENSO DE OLÍBANO

2 colheres (sopa) de olíbano em pó
1 colher (sopa) de raiz de íris em pó
1 colher(chá) de trevo em pó
1 colher(chá) de óleo de limão

Misture o olíbano, a raiz de íris e o trevo. Adicione o óleo de limão, agitando a mistura. Coloque-o numa jarra de vidro claro, sele ou coloque uma rolha de cortiça apertada e mantenha num local escuro e fresco por dois ou três meses antes de usar. O incenso é excelente para ser consagrado e queimado sob um bloco de carvão em brasa como um incenso de altar para glorificar o Deus e a Deusa Mãe.

INCENSO DA DEUSA

1g de óleo de cipreste
1g de azeite de oliva
15g de pétalas de rosas secas
15g de casca de salgueiro banco
3 sorvas secas
1 colher (chá) de semente de anis

Numa pequena tigela misture o óleo de cipreste e o azeite de oliva. Separe. Usando um almofariz e um pilão, reduza as folhas e as cascas de salgueiro-banco, as sorvas e as sementes de anis a pó e misture. Adicione esses ingredientes ao óleo, misture e agite bem. Consagre o Incenso da Deusa com uma benção e queime-o num bloco de carvão em brasa para glorificar e/ou invocar a Deusa.
Para fazer o incenso em forma de bastão ou de cone, não adicione o óleo de crispe nem o azeite de oliva e acrescente um pouco de goma arábica ou de acácia na mistura em pó das ervas para torná-las viscosas. Cuidadosamente coloque palha de giesta na mistura ou use as pontas dos dedos para enrolar pequenas porções da mistura em forma de cone. Deixe o incenso secar bem antes de queima-lo.

INCENSO DO DEUS

15g de tintura de benjoim
1g de óleo de sândalo
1g de óleo de olíbano
1g de óleo de mirra salitre
30g de carvão em pó
1 pitada de assa-fétida seca
1 pitada de cardo-santo seco
1 pitada de hortelã-pimenta seca

Numa pequena tigela misture o benjoim e os três óleos. Adicione uma pitada de salitre e agite bem. Usando um almofariz e um pilão reduza a pó o carvão e as ervas secas, lentamente, junte-os à mistura de óleos e salitre. Continue agitando até que se forme uma massa grossa. Espalhe a mistura num recipiente pequeno, quadrado e bem untado, de vidro ou de cerâmica e deixe-a secar por 45min. Usando uma faca afiada ou um punhal cerimonial de cabo brando, corte o incenso em pequenos quadrados, retire-o do recipiente e consagre-o antes de usar. Esse incenso pode ser queimado como poderoso incenso de altar para glorificar e/ou invocar o Deus Cornífero, afastar todas as energias negativas e ampliar os trabalhos mágicos de todos os rituais wiccanianos.

INCENSO EGÍPCIO DO AMOR

15g de benjoim
15g de canela
15g de galangal
15g de olíbano
30g de mirra
3 gotas de mel
3 gotas de óleo de lótus
1 gota de óleo de rosa
1 pitada de semente de íris seca e em pó

Usando as mãos nuas, misture o benjoim, a canela, a galangal, o olíbano e a mirra numa grande tigela não-metálica. Adicione o mel, os óleos de lótus e de rosa e a raiz de íris. Misture bem enquanto recita o seguinte encantamento mágico:

“Pelo Antigo E Místico Poder De Ísis Deusa Suprema De Dez Mil Nomes E Símbolo Da Maternidade Divina E Do Amor Eu Consagro E Dedico Este Incenso Como Instrumento Poderoso De Magia Do Amor Pelo Fogo Do Sol, Pelo Fogo A Luz, Que Este Incenso Seja Carregado No Divino De Ísis, Senhora Dos Mistérios E Bela Deusa Da Magia E Do Encantamento. Abençoado Seja Sob Os Nomes De Ahio, Ariaha, Araina E Kha. Que Assim Seja.”

Cubra bem a tigela com uma toalha plástica e deixa-a repousar por, pelo menos, duas semanas em local escuro e tranqüilo para maturar. Usando um almofariz e um pilão, moa os ingredientes até obter um pó fino e utilize-o em encantamentos de amor como “pó do amor” ou queime-o num bloco de carvão em brasa, como incenso mágico para atrair amor, reunir parceiros afastados ou invocar as deidades egípcias antigas (especialmente Ísis e Hathor).

INCENSO ESPECIAL PARA PURIFICAÇÃO

Contém os sete elementos purificadores:

SAL que purifica,
ARRUDA que neutraliza as más influências,
ALECRIM que dá coragem e paz de espírito,
CÂNFORA que repele os insetos e as forças negativas,
BENJOIM que dá sabedoria e inspiração,
CARVÃO que atrai e queima no fogo as mazelas psíquicas,
MIRRA que harmoniza o ambiente para propiciar a manifestação
dos pensamentos e das forças que ajudarão na realização dos
Ideais.

RITUAL PARA  PURIFICAÇÃO

1. Inicialmente ofereça os incensos à Divindade e aos Santos da sua devoção
2. Acenda uma ou mais varetas de incenso e movimente-as em círculos da esquerda para a direita ao redor das pessoas, ambientes ou objetos que se
queira purificar
3. Repita a seguinte oração enquanto movimenta os incensos:

“Que o Divino Ser que está presente em tudo, com a ajuda dos Deuses/Anjos/Santos/Protetores, possa purificar o meu corpo e minha mente, meu lar, meu trabalho e todos os seres do meu convívio.. Atrair toda a ajuda do Universo para que   ……………………………” (mencionar seu objetivo e repetir este ritual quantas vezes achar necessário)

4. Finalizar o ritual com a seguinte invocação:
“Se for da vontade dos Deuses, que assim seja! “.

A fé num Poder Maior e a confiança na Força Interior nos ajudarão a superar todas as nossas dificuldades.

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